Publicado por: Amir Somoggi | 28/abril/2008

País do mata-mata?

Com as fases finais dos campeonatos regionais em andamento fico com a sensação (infelizmente) que vivemos no país do mata-mata. Essa constatação fica clara pela empolgação que os jogos de semifinal e final causam na mídia e também nos torcedores.

 

Entretanto, essa empolgação em minha opinião é fruto da falta de amadurecimento dos clubes brasileiros e também da mídia, que enxergam nas finais a chance de ampliar ganhos com bilheteria e melhores audiências, respectivamente.

 

Temos que lembrar que os regionais em mata-mata somente beneficiam poucos clubes, fazendo com que a competição acabe abruptamente para boa parte dos times. Além disso, a Copa do Brasil, Libertadores e Sulamericana quando entram na fase de oitavas de final tornam-se uma incógnita para a administração dos clubes, já que um mau desempenho do time em campo pode reduzir razoavelmente os ganhos com os jogos.

 

Considero um equívoco qualquer tentativa de mudança no formato do Campeonato Brasileiro, já que tirando as Séries A e B nenhuma outra competição tem o formato de pontos corridos, fazendo com que a competição mais longa do nosso futebol, seja uma excelente oportunidade para que os clubes planejam sua gestão e suas diferentes estratégias mercadológicas.

 

Embora os públicos do Campeonato Brasileiro caminhem junto com a classificação dos times, é indiscutível que houve uma sensível melhora na média de púbico do campeonato de 2007 em relação a 2003.

 

Estádios lotados no Brasil, em geral são verificados em jogos decisivos

 

Mas comparando alguns jogos das fases iniciais dos regionais em relação às fases finais, percebe-se a grande diferença de público nos estádios. Esses são alguns exemplos do Campeonato Carioca:

 

4ª Rodada Taça Rio – Flamengo X Botafogo – 21.010 pagantes

 

Final da Taça Guanabara – Botafogo X Flamengo – 78.830 pagantes

 

7ª Rodada Taça Rio – Botafogo X Fluminense – 14.649 pagantes

 

Final da Taça Rio – Botafogo X Fluminense – 64.785 pagantes

 

 

Obviamente que alguns fatores influenciaram essa diferença de público, mas é inegável que há um maior interesse pelos jogos finais em relação aos jogos classificatórios.

 

Mais um Campeonato Brasileiro vai se iniciar e espero que os clubes percebam a importância de receber 19 jogos em casa, já que projetos contundentes de marketing esportivo podem transformar os pontos corridos em um grande negócio para os clubes brasileiros, que com essa mudança podem ficar cada vez menos dependentes do desempenho dos times em campo e dos grandes jogos contra arqui-rivais para lotar os estádios e conseqüentemente ampliar suas médias de público.

 

Será que um dia poderemos ver um jogo como Fluminense e Náutico marcado para a segunda rodada da Série A 2008 com 70 mil torcedores no Maracanã?

 

Exemplos como os projetos do Internacional, Grêmio, Figueirense, Atlético-PR e mais recentemente Palmeiras mostram que os clubes estão buscando essa mudança. Mas esses clubes obtiveram em 2007 médias de público entre 8.903 /torcedores por jogo (Figueirense) e 21.937/torcedores por jogo (Grêmio), ainda aquém de seu potencial.

 

Caso os outros clubes brasileiros não despertem para a realidade de ampliar o público nos estádios durante toda a competição, corremos o risco de realmente nos tornarmos o país do mata-mata.

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Responses

  1. Boa Amir ! Concordo muito com sua análise. É necessário um campeonato importante de pontos corridos para que os clubes possam se planejar sabendo efetivamente quando jogarão em casa. O preço dos ingressos pode ser um empecilho para a lotação dos estádios desde o princípio do campeonato. Porém, promoções e preços diferenciados a cada jogo sendo mais baratos no princípio, mais caros em clássicos e jogos decisivos pode ser uma saída. Além disso, manter o interesse em todos os níveis de classificação possíveis…Campeão, libertadores, sul-americana, descenso…
    Mas, com certeza, só ter mata-matas acaba matando o planejamento do clube em uma saída mais precoce.

    Olá Vagner,

    Fico feliz que pensamos parecido em relação à fórmula da competição.

    Sou contrário trabalhar a variável preço dos ingressos somente pela “importância” de cada jogo. Nos pontos corridos todos os jogos são importantes e o mercado europeu já demonstrou que para lotar os estádios da primeira à última rodada deve-se valorizar cada encontro, principalmente fidelizando seu consumidor heavy user e atraindo novos públicos de interesses para seus jogos.

    A adoção dos season tickets (e obviamente atingindo bons resultados com eles) nos pontos corridos é fator crítico de sucesso para um clube nesse formato de competição.

    Um abraço.

    Amir

  2. Amir, é um excelente ponto….as discussões sobre fórmula de campeonato voltaram, infelizmente, à pauta por manifestações de pessoas ligadas à TV, que não conseguem enxergar que o estádio cheio dá ao produto futebol a credibilidade e legitimidade para que todos ganhem mais e sempre.

    Quanto mais deficiente for a oferta de serviços nos estádios e menor for o valor agregado no ir ao estádio e no produto futebol como um todo, mais dependência há do que ocorre dentro de campo, ou seja, o desempenho dos times grandes e da relevância do jogo….é esse o cenário que vivemos; é mais fácil mudar fórmula que cria finais, pontos de convergência de grande audiência que criar condições para ganhar sempre com bons serviços e estádios cheios. Esta é uma ponte que ainda temos que cruzar no Brasil, vai dar trabalho mas vale a pena.

    Olá Robert,

    Concordo com você, temos que debater soluções claras para esses problemas e evitar ao máximo acabar com os pontos corridos, uma vitória no nosso futebol.

    Espero que os clubes percebam logo como é salutar para todo o seu negócio estruturar projetos com um calendário definido.

    Um abraço.

    Amir

  3. O Palmeiras lançou esse ano a venda de ingressos para toda temporada por R$ 1.000. Não sei como foi esta experiência, não tenho números, porém, a iniciativa é muito boa. O local é no setor VISA, confortável, mas descoberto ainda. O problema é que eles só vendem pelo preço “cheio”, eu, por exemplo, que estou fazendo MBA pago meia entrada e, por isso, não vale a pena pagar os R$ 1.000. Acredito que com a melhora do Estádio o Palmeiras atrairá um outro público que verá o futebol como entretenimento não como aventura como é hoje em dia.
    Mais do que isso, vejo que os clubes poderiam dar mais vantagens a seus associados na frequência dos jogos do time. Atrairia mais associados e garantiria mais receita. Não vejo os clubes usando o futebol para aumentar seu quadro associativo….porém, essa é outra questão…

    Olá Vagner,

    Você tocou em um ponto interessante. O Internacional-RS, Grêmio, Figueirense e Atlético-PR já estão explorando esse filão, sócios ligados à exibição do futebol.

    Na minha opinião o caso do Palmeiras ainda é uma incógnita, segundo o Marcos Silveira publicou aqui no blog o Palmeiras tinha comercializado 100 pacotes, muito pouco para uma área de cerca de 3.600 lugares(Setor Visa).

    Como já comentei em outros posts, os carnês ainda não decolaram pois têm um caráter muito elitista no Brasil e devem ser ofertados de forma segmentada para atingir torcedores de diferentes nívies de renda.

    Um abraço.

    Amir

  4. Concordo plenamente que pontos corridos sejam a melhor forma de disputa para um campeonato. Tanto esportivamente, quando economicamente para os clubes.

    No entanto, como disse o Robert, no Brasil só vamos ao estádio para ver o jogo. Não há nenhum serviço agregado, fora as dificuldades que enfrentamos (violência, trânsito, falta de transporte, só para citar alguns…).

    Dada a organização dos clubes e seus balanços anuais (alguns publicados aqui), acho difícil pensar em investimentos em estádios e ações de marketing pensando no entretenimento do público.

    Neste cenário, infelizmente, só mesmo jogos decisívos levam grandes públicos aos estádios. E, mesmo assim, não é garantia. Visto que ontem tivemos “apenas” 51000 pessoas no mineirão. E, depois dos 5×0, não teremos nem 40 no próximo jogo….

    Nosso futebol sofre com a incompetencia de anos e anos……

    Olá Vinicius,

    Você está certo, os clubes estão em uma situação financeira delicada e por isso para reformularem/construirem seus estádios buscam parceiros que queiram investir em um mercado muito complicado.

    Entretanto esses mesmos clubes “quebrados” investem cada vez mais recursos em estruturas de treinamente e preparação de categorias de base, fechando um ciclo vicioso sem fim, portanto há recursos para investirem nesses projetos de melhorias.

    Por exemplo, alguém tem dúvida que a venda do Breno pelo SPFC não gerou recursos suficientes para melhorar os serviços para o torcedor no Morumbi? Mas o clube gasta cada vez mais em outras áreas e a cada ano apresenta superávits baixíssimos.

    Essa é a nossa realidade.

    Um abraço.

    Amir

  5. Antes que cumprimentar o excelente Blog sobre Futebol Negócio. Colocarei junto ao meu recém criado blog destinado a falar dos clubes médios e pequenos.
    Sobre o assunto sistema de disputa “mata-mata” (não gosto nem da denominação…) acho que foi um avanço mudar para pontos corridos. Apesar da TV Globo ainda pressionar pela volta do mata-mata, garantindo seu IBOPE.
    A Globo vê seu interesse enquando a CBF/Clube dos 13 acertadamente vê o interesse dos clubes (planejamento).
    Em 2009 haverá Serie C com 20 clubes, será que os pequenos começarão a ser organizar se a disputa houver os pontos corridos e patrocinadores?

    Olá Cleber,

    Realmente a Série C deve ser melhor estuturada. Já comentei em uma discussão aqui no blog o quanto cruel é um ano de um clube quando ele é eliminado na primeira fase da competição.

    O problema é que a terceira divisão é absolutamente deficitária no atual formato e se nada mudar será muito mais em formato de turno e returno. É indispensável que os direitos de transmissão e cotas de patrocínio sejam estruturadas a fim de viabilizar a competição.

    Por exemplo, imagine a série C chamada “Série Casas Bahia”, por exemplo ou “Liga Habib´s”, com ações de marketing em diferentes praças e viabilizando a transmissão em um SBT.

    Agora eu te pergunto, quem está pensando esse tipo de iniciativa nesse momento no Brasil?

    Um abraço.

    Amir

  6. Acho mata-mata melhor, discordo quando se diz que prejudica a maioria do times, pelo contrário, quando se busca uma vaga entre os 8 para as quartas de final, até a equipe 14º colocada na tabela tem chance de se classificar, o que leva o público para o estádio e as atenções da mídia.
    No sistema de pontos corridos, não existe esse negócio que cada jogo é decisivo, o 10º colocado disputa o torneio para cumprir tabela, pois não há o risco do rebaixamento e nem chance de título, assim o torcedor não vai ao estádio (pra quê???). Somos acostumados a ver nos campeonatos Europeus, jogos de equipes que estão no topo da tabela (Taí o porque dos grandes públicos), uma partida entre o 9º e 11º não lota estádio e nem é transmitida em TV aberta. Por isso que muitos clubes do velho continente estão milionários e outros (inclusive de tradição e glórias no passado) nem tanto.

    Olá Filipe,

    Respeito sua opinião, mas não concordo. O mata-mata faz com que clubes corram o risco de ficar muito tempo parados e pior, como comprovado em décadas no Brasil desvaloriza as fases iniciais.

    Com relação ao seu comentário sobre a Europa não está correto. Primeiro há pouquíssimos jogos em TV aberta, a grande parte já está em Tv fechada e principalmente PPV. Além disso, tenho dados de média de público de diferentes clubes de várias Ligas Européias que comprovam exatamente o oposto do que você falou, já que mesmo os clubes em posições péssimas na tabela suas médias de público são elevadíssimas. E mais comparando diferentes temporadas, mesmo com grandes alterações de posições na tabela em cada ano, as médias de público são muito próximas.

    Um abraço.

    Amir

  7. Tenho duas sugestões e gostaria de saber a sua opinião:
    O Campeonato Brasileiro a Copa do Brasil e os estaduais deveriam iniciar em Fevereiro e terminar juntos em Dezembro, assim teríamos durante todo o ano disputas com ponto corrido no Brasileiro e mata-mata na Copa de Brasil e mata-mata e finais de turno e returno nos estaduais. Na Europa temos os nacionais com ponto corrido mais simultaneamente a Champions League, Copa da Uefa, e por exemplo as Copas da Itália e a do Rei da Espanha.
    Outra sugestão: excluir o Mundial de Clubes do calendário pois não agrada mesmo os europeus e em troca o Campeão da Libertadores disputa a Champions League e o vice disputa a Copa da Uefa.
    Para encerrar gostaria de saber a sua opinião sobre este escândalo envolvendo o fenômeno Ronaldo e os travestis, até onde a mídia pode se meter na vida pessoal de uma celebridade? até onde uma celebridade que ganha rios de dinheiro devido a sua imagem na mídia tem que aceitar ser vigiado?

    Um abraço
    Roberto Carlos
    Alumínio/SP

    Olá Roberto,

    O problema é que na Europa não há campeonatos regionais, por isso fica difícil essa comparação. Agora quero ver algum clube europeu querer jogar com clubes sulamericanos na Chmpions…Duvido que a UEFA aceitaria uma proposta dessa.

    Em minha opinião o calendário poderia ser melhorado, fazendo com que a Sulamericana, Libertadores e Copa do Brasil ocorressem juntas, mas não creio que vá acontecer.

    Com relação ao Ronaldo, vejo por outro prisma. O Fenômeno é uma marca global e deve se preocupar com repercussões negativas. Além disso o Ronaldo, como grande parte dos ídolos globais ganha rios de dinheiro graças a essa projeção de mídia e seus ganhos com patrocínio e publicidade superam muito o que ganha como jogador.

    Creio que o Ronaldo deva se cuidar mais para não ser exposto publicamente, algo inevitável para uma marca como a dele, e caso queira se envolver com qualquer assunto buscar pessoas em que possa confiar.

    Um abraço.

    Amir

  8. A questão é controversa e, para chegarmos a uma solução ideal teremos que levar em conta uma série de variáveis como cultura, dimensões continentais, economia do país, organização dos clubes, etc.
    Levando-se em consideração o Campeonato Carioca, tivemos uma 1a fase sem qualquer atrativo pois o torcedor sabia que somente os jogos do mata-mata valeriam alguma coisa. Isso já não ocorre nos pontos corridos pois, em tese, cada jogo tem o mesmo peso pois vale os mesmos pontos. Lógico que se chegarmos na penultima rodada já com tudo definido (campeão, vagas para copas e rebaixamento) a última rodada terá um interesse baixíssimo. Entretanto, poderá ocorrer o inverso, poderíamos chegar à ultima rodada sem qualquer definição e com 3, 4, 5 times com chances de serem campeões.
    Já postei aqui anteriomente e levantei a hipótese de considerarmos o modelo da NBA. Dividiríamos o País em regiões e, ao final, os campeões das divisões jogariam um mata-mata. Aconteceu algo parecido com a Copa União de 1987 mas o Flamengo não quiz jogar a decisão com o Sport. A questão portanto não é fácil e antes de tomarmos uma posição, deveremos encará-la sob todos os prismas.
    Abraços,

    Olá Nicolas,

    Sem dúvida essa questão deve ser analisada por todas as variáveis envolvidas. Mas sua resposta já me dá um excelente exemplo. “tivemos uma 1a fase sem qualquer atrativo pois o torcedor sabia que somente os jogos do mata-mata valeriam alguma coisa“. É isso que queremos para nossa competição mais longa?

    Acredito que para o bem do nosso futebol devemo buscar a viabilidade econômica dos pontos corridos, pois os clubes precisam de um calendário definido para planejar sua gestão.

    A solução para lotar os jogos da primeira à última rodada é papel dos departamentos de marketing, muito mais do que do departamento de futebol.

    Um abraço.

    Amir

  9. Mais um recorde…

    “Alvinegros batem recorde na Vila – Torcida faz sua parte e comparece em ótimo número para assistir ao jogo contra o Cúcuta”

    … e mais uma vez a Vila prova que é de fato um caldeirão… mas que não é um estadio à altura de um clube como o Santos.

    Acessos estreitos, circulação dificil, poucos banheiros e quase nada pra se consumir. Foi dificil até achar agua pra vender.

    Gostaria de ver um comentário de vocês sobre a situação do clube, que tem investido muito em estrutura nos ultimos anos, mas que não consegue resolver a questão de seu acanhado estádio.

    Abraços

    Olá André,

    Obrigado pela mensagem, realmente a Vila Belmiro está muito abaixo do que o torcedor santista merece.

    O estádio foi eleito pelo Diário Lance! como o pior estádio do Brasil e o Santos investiu pesado em camarotes e no seu CT mas ao que parece nenhum centavo em melhoras para o torcedor comum.

    Vale lembrar que o clube gerou receitas contundentes nos últimos anos com a transferências de atletas e poderia ter usado um pequena parte desses recursos para amenizar um pouco o sofrimento daqueles que compram ingressos para assistir os jogos em seu estádio.

    Um abraço.

    Amir

  10. Amir,

    Perfeitas as suas colocações mas não sei se só com o marketing lotaríamos os estádios em todas as rodadas. O que falar para aquele torcedor que já sabe que seu time não será campeão, não se classificará para nenhuma Copa e nem será rebaixado para que ele compareça ao jogo?

    Por essa ótica, ainda, não interessaria o sistema adotado, se pontos corridos ou mata-mata, desde que tenhamos um departamento de marketing forte nos clubes.

    Com relação ao melhor modelo a ser adotado para o Brasileiro, apenas acho que não devemos simplesmente copiar o que os europeus fazem pelo aspecto continental do Brasil (nunca é demais lembrar que Minas Gerais é maior, geograficamente, que a França).

    Eles armam o calendário deles em razão dos times que possuem e o modelo de pontos corridos com turno e returno é pensado em razão de terem no máximo 20 times na série A.

    Copiar esse modelo simplesmente porque é europeu eu acho um tremendo erro.

    Abraços,

    Olá Nicolas,

    A questão que deve ser analisada pelo clubes brasileiros é como atrair público aos estádios através de um criativo trabalho de marketing. Por exemplo, será que o torcedor não se empolgaria se somente o comprador de ingressos dos jogos pudesse participar de determinada promoção? Ou será que o público não frequentaria os estádios se antes e/ou ao final das partidas houvesse alguma atividade de marketing experiencial?

    São exemplos que não estão ligados ao desempenho do clube e papel exclusivo do departamento de marketing.

    Não defendo os pontos corridos por ser um modelo europeu, mas sim por viabilizar economicamente projetos de natureza mercadológica, além de criar um ambiente orçamentário que até 2002 não existia em nosso futebol.

    Sem falar na questão esportiva, de atividade em boa parte do ano.

    Um abraço.

    Amir


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