Publicado por: Robert Alvarez Fernández | 30/janeiro/2009

Alguém se lembra que teremos COPA em 2014?

Entendo que o título do post possa parecer alarmista, mas, conhecendo nossas autoridades, creio que ainda seja pouco.

Claro que nós, aqui do F&N, e os nossos leitores, lembramos que em 2014 teremos aqui no Brasil a Copa do Mundo de Futebol, parece tudo tão longe, mas não é.

Brasil 2014

Começa hoje a visita da comitiva da FIFA a 17 cidades pré-candidatas a sede. A programação, segundo a Globo Esportes, começa por São Paulo seguindo para Porto Alegre e Florianópolis (31/01), Curitiba e Rio de Janeiro (01/02), Belo Horizonte e Brasília (02/02), Goiânia e Campo Grande (03/02), Cuiabá e Rio Branco (04/02), Manaus e Belém (05/02), Salvador, Recife e Natal (06/02) e Fortaleza (07/02).

Esta visita gerará informações para um relatório para que em 19 e 20 de Março sejam definidas as 12 cidades sede. Segundo a FGV, serão necessários aproximados 34 bilhões de reais para as adequações de infra-estrutura das cidades, sendo que 5 bilhões serão destinados aos estádios.

Definidas as sedes, começa uma corrida contra o relógio que tende a ser inglória como está sendo a corrida da África do Sul e como foi nas duas últimas Olimpíadas, com um agravante complicado: a pífia capacidade do Estado brasileiro em planejar ações que transcendam mandatos, ou seja, de prazo mais longo.

Somada a essa dificuldade tem-se o exemplo do PAN, uma farra orçamentária e isso não é uma opinião minha; basta verificar os processos que correm no Tribunal de Contas da União e nos movimentos do Congresso pedindo ao Ministério dos Esportes explicações sobre o uso de verbas públicas. Salta aos olhos a questão do “legado” prometido, sobre o qual nossos amigos do Rio de Janeiro podem falar, sobretudo se forem professores de Educação Física da rede pública.

Voltando à questão da Copa do Mundo, após a seleção das 12 sedes o que veremos? Prefeitos e governadores “passando o chapéu” em Brasília, passeando pelo Planalto, pelos Ministérios e pelo BNDES; o que vemos até agora, mesmo em cidades dadas como certas, são apenas rabiscos, projetos e muito, mas muito discurso.

Em qualquer administração séria, algumas cidades já ter-se-iam transformado em verdadeiros canteiros de obras, ou pelo menos os primeiros “buracos” já estariam sendo cavados; o que vemos são disputas por qual jogo é aonde, aonde o Brasil fica, aonde o Brasil vai e assim por diante, usando para tal os subterfúgios mais bobos tais como convidar “celebridades” vazias para camarotes, showzinhos e assim por diante, ou seja, para amenizar o tom cínico, no sentido inglês da palavra, do texto vemos apenas ações institucionais, de propaganda, que a apresentação de um plano estruturado.

É nesse aspecto que residem as minhas maiores preocupações, talvez nem tanto no tema estádios, já que se prevê a construção de apenas quatro novos; a maior preocupação é com o entorno, como transporte, saúde, rede hoteleira e a melhoria da malha viária, que, por exemplo, em São Paulo, beira o lamentável há anos. Para esse tipo de obra, o tempo já é escasso e apenas uma brilhante coordenação e condução das obras seria suficiente para tirar o atraso.

Se deliberadamente o poder paralelo que transcende a questão partidária ou ideológica da corrupção deixar as obras necessárias para seu prazo mínimo, podendo assim contratar como emergencial sem licitação, veremos o espetáculo de sempre, o da farra orçamentária e do super faturamento, e seremos nós que pagaremos a conta.

A administração de um projeto desta magnitude precisa de gente séria, fora da política, sem pretensões eleitorais e com o objetivo de construir seu nome por meio da concepção e execução de um projeto de alta qualidade e que produza um evento próximo do perfeito, ou seja profissional.

Se essa última recomendação não for levada à risca, corremos o risco de que a Copa no Brasil seja algo mais a lamentar que comemorar. Como brasileiro, e alguém que gosta muito de futebol, torço para estar muito errado, mas os sinais preliminares não me parecem promissores.


Responses

  1. Parabens….
    muito bom o texto!
    Tenho que concordar com vc…infelizmente!
    Essa disputa de cidades e a falta de iniciativa com as obras de infraestrutura me preocupam!!
    parece pouco…mas faltam só 5 anos! é muito pouco tempo!!!
    Espero que tudo dê certo!

    beijos =]

    Isabella, obrigado pela participação e comentário!

    Este é o tipo de post que não dá muita alegria em escrever, no entanto, temos que botar a mão na ferida e dar nossa pequena e humilde contribuição por meio deste lembrete, mesmo que indigesto.

    Continue participando.

    Abraços,

    Robert

  2. Olá Robert,

    a minha dúvida quanto a este assunto é a seguinte:

    se há ou haverá uma falta de recursos da iniciativa privada para o projeto da copa do mundo, isto ocorre por quê?

    1. Pela falta de habilidade dos organizadores da copa em disponibilizar, aos possíveis investidores, através de um planejamento de marketing, como um investimento naquilo que diz respeito tanto à Copa em si como em tudo que ela influencia poderia ser rentável ?

    2. Pela maior comodidade em receber apenas investimentos públicos, uma vez que a troca de favores é sempre bem recebida em um ambiente político recheado de negócios obscuros?

    Além disso, em um momento de crise onde os investimentos em infra-estrutura são apontados como um bom caminho para amenizar os efeitos do cenário econômico do País e tendo em vista que a Copa está logo aí, concordo absolutamente quando você diz que o País já devia ser um canteiro de obras. É uma grande oportunidade para acalmar a crise, fazer o Brasil crescer e se preparar para receber um evento esportivo de grandíssimo porte.

    É muito bom ler e participar desses debates acerca do que é feito com o esporte no nosso País. Ótimo post, parabéns!

    Um abraço,

    Diego Borin Reeberg

    Diego, obrigado pela participação e por ajudar a problematizar, ainda mais a questão.

    Vamos às questões, que não são simples….

    1. Boa parte dos investimentos, senão todos, são rentáveis em prazos bem longos como os investimentos em infra-estrutura viária e de transportes por exemplo; o discurso vigente é que a Copa é um catalisador de investimentos públicos na melhoria dos serviços prestados à população; infelizmente se procuram criar mais monumentos aos governos dos políticos que efetivamente na melhoria da vida do contribuinte, é a realidade política do país.

    Ainda na questão mas limitando apenas aos estádios, a coisa segue pouco promissora também. Apenas o incremento de público nos estádios e do tíquete médio torna o investimento em construção/reforma dos estádios atraente do ponto de vista de rentabilidade, essa questão já foi amplamente pesquisada por outros colegas do BLOG e por mim. A rentabilidade não virá na COPA, que é curta, mas sim da sua utilização em grande escala. Vejo, no entanto, certa miopia administrativa pois investimentos podem ser feitos para melhorar a vida do torcedor e incrementar o público.

    Apenas em caso de um plano de negócios sólido com alguma certeza de rentabilidade é que a iniciativa privada pode aparecer e investir….caso esse plano não seja elaborado e executado, sim, vamos depender de verbas públicas e dos vícios que advém dessa prática. A escassez de crédito atual dada a crise pode ser um dificultador sim, mas vamos acompanhar os seus desdobramentos.

    Gosto da idéia dos investimentos em infra-estrutura para aplacar os efeitos da crise, mas mesmo o Estado, que não é o mais competente administrador de recursos possível, terá dificuldades em captar recursos, seja de BNDES, BID, Banco Mundial ou por meio de títulos, as dificuldades estão para todo mundo.

    Resumindo, para atender a sua questão, é preciso vontade e despolitização, no máximo que se possa, dos planos de construção de infra-estrutura e estádios.

    Abraços,

    Robert

  3. O Brasil infelizmente não tera o mesmo porte dos países desenvolvidos por falta de competencia de nossos governantes e concerteza 5 anos é muito pouco tempo pra melhorar relativamente a infra-estrutura de um país tão grande como é o nosso Brasil. A organizacao do evento tb é uma coisa que preocupa, agora robert na sua opnião quais hj seriam as 12 cidades que deveriam receber a copa?

    JK, grato pelo comentário e participação…não temos que ser iguais à Alemanha, mas temos que estar melhores que estamos, isso é certo.

    Quanto à sua pergunta das doze cidades sede; o que eu considero certo : São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília. Não vejo Copa no Brasil sem essas cidades, no mínimo.

    Daqui pra frente é pura adivinhação : Belém e Campo Grande para suprir a idéia do Governo de representar o Pantanal e a Amazônia. Já são oito…pra fechar a lista ficaria com Goiânia, Recife, Florianópolis e Salvador.

    Abraços,

    Robert

  4. 5 bilhões serão destinados aos estádios?

    Como assim?

    Estádios não são pra serem construídos com iniciativas privadas?

    Já não bastasse a vergonha que foi a organização do PAN . Tal organização que a mídia popular maqueia pra algo que fosse uma das 7 maravilhas do mundo! Quando deveria servir (no sentido amplo da palavra) ao contribuinte brasileiro.

    Eu e tantos outros ficamos indignados com esse cenário que se constrói em torno da Copa-14.

    E o legado? Eu aprendi, em palestras que assisti, que o legado deixado para as cidades que recebem eventos desse porte é o principal benefício: melhoras no transporte público, aeroportos, segurança, turismo, empresarial, e tantos outros….
    Depois de ler este texto, que corresponde perfeitamente à realidade que presenciamos. Nos faz pensar em somente uma coisa: rezar!
    Pois, não é possível que essas rinchas políticas e bairristas acabem com a organização de um evento tão importante para o futebol e para o país.

    E outra coisa, mas isso é outro assunto… E ainda querem organizar uma Olimpíadas em 2016?

    Realmente, é de se envergonhar….

    Peguemos o exemplo alemão de como organizar uma Copa do Mundo, e não, infelizmente, da África do Sul.

    Grande Abraço
    e desculpe pelo pessimismo exacerbado.

    Sim, Ricardo, são 5 bilhões destinados aos estádios, só que tem uma coisa…a FGV calculou quanto isso vai custar, não foi dito que é o Estado que vai arcar com a conta, ou seja, ainda existe a esperança que essa misteriosa iniciativa privada que ninguém sabe quem é e que desaparece na hora “h” ainda participe, vamos ver.

    Quanto ao legao deixado, creio que o melhor exemplo seja o de Barcelona, quem a conheceu antes e depois dos Jogos Olímpicos sabe do que estou falando, só que isso só se alcança com super planejamento.

    Quanto ao pessimismo, vamos lá, é preciso botar o dedo na ferida para começar a curar, acredito na cura, mas dói um pouco.

    Abraços,

    Robert

  5. Olá.

    Primeiramente, gostaria de te parabenizar pelo site. Muito completo, com artigos muito bem estruturados. Parabéns!

    Segundo, estou aqui para lhe propor uma espécie de parceria. Sou dono do http://www.E-Book-Gratuito.Blogspot.Com, um site de download de e-books e livros totalmente grátis.
    Temos a meta de disponibilizar uma vasta biblioteca virtual para todos que tiverem um acesso a internet.

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    Me contate através de meu e-mail: ownedzao@yahoo.com

    Muito Obrigado,
    Luiz!
    Luiz, obrigado pelo comentário. Mande um e-mail para o endereço eletrônico do site que nosso Editor Chefe o lerá e analisará.

    Abraços,

    Robert

  6. A farsa do “fato consumado” da candidatura do Morumbi é um escandaloso exemplo de como se processam as falcatruas no Brasil.

    A sociedade não foi ouvida.

    Não se fizeram estudos aprofundados.

    Querem empurrar goela abaixo dos paulistas e brasileiros um estádio ultrapassado e com problemas estruturais insolúveis, certeza de fiasco na representação da cidade mais importante do Brasil na Copa-2014.

    Todo esse atropelo ocorre porque sabem que a candidatura do Morumbi é insustentável, à luz da razão, por qualquer parâmetro que se adote.

    São Paulo necessita urgentemente de uma arena moderna e espaçosa.

    A Copa-2014 surge como o motivo que faltava para, finalmente, solucional tal carência. Construir um novo estádio em São Paulo que possa ser utilizado na Copa de 2014 equivaleria ao que popularmente de define como “juntar a fome com a vontade de comer”.

    Tempo e recursos não serão problemas.

    Faltam mais de cinco anos até a Copa-2014. A título de comparação, o Maracanã foi construído, para a Copa-1950, em dois anos.

    Investimentos privados e públicos (ao menos na forma de incentivos fiscais) não faltarão, pelo que já se divulgou, e considerando o histórico da Copa pelo mundo afora.

    Nada, senão os interesses particulares do São Paulo, justifica a escolha do Morumbi como um dos estádios a serem utilizados na Copa-2014.

    Gustavo, obrigado pelo comentário.

    Esta é uma questão controversa e delicada. Acredito, como você, que a cidade de São Paulo precisa de uma arena moderna e capaz de múltipla utilização na qual seja aplicado o conceito de centro de entretenimento e de receitas perenes, menos dependente do futebol. O problema é encontrar alguém disposto a fazer tal investimento dados os números atuais do futebol e da economia em geral.

    Vejo o SPFC preocupado com essa possibilidade, pois uma nova e moderna arena lhe roubaria algum mercado de camarotes, shows, etc…embora seu público, seus torcedores, continuariam frequentando o Morumbi.

    Todos os estádios brasileiros tem problemas, basta verificar a análise isenta do SINAENCO que pode ser encontrada aqui : http://www.sinaenco.com.br/estudos.asp .

    Este relatório é o mais completo estudo de engenharia e arquitetura que vi, sem viés político, sem favorecimentos, como tem que ser quando se quer abordar os problemas com seriedade e vontade de resolver.

    Robert

  7. 30/01/2009 – 17h16

    PONTO-CEGO NO MORUMBI É UMA DAS PREOCUPAÇÕES DA FIFA EM VISITA A SP

    Thales Calipo
    Em São Paulo

    A delegação da Fifa iniciou a sua maratona de inspeções nas candidatas à sede da Copa do Mundo de 2014 por São Paulo. Nesta sexta-feira, os membros da entidade máxima do futebol, entre outros eventos, participaram de uma apresentação técnica sobre o Morumbi, estádio que representará a capital paulista. Uma das preocupações levantadas pelos inspetores foi a presença de pontos-cegos no local.

    Como os representantes da Fifa não irão se pronunciar durante a viagem sobre os detalhes técnicos da inspeção, não foi divulgado quais e quantos são os pontos em que o torcedor não tem visão total do gramado do Morumbi. Além disso, outros aspectos foram abordados no encontro, segundo o secretário municipal de esportes, Walter Feldman, que participou da apresentação.

    “Foi uma reunião bem técnica. Eles perguntaram sobre a visibilidade, os vestiários e a estrutura que será montada para a imprensa”, revelou Feldman, sem dar mais detalhes sobre a participação dos membros da Fifa na apresentação, conduzida pelo arquiteto Ruy Othake, responsável pelo projeto de modernização do Morumbi.

    Logo após a reunião, que aconteceu no auditório localizado no Museu do Futebol, no Pacaembu, os membros da Fifa posaram para fotos e, depois de uma breve explicação do presidente da São Paulo Turismo (SPTuris), Caio Luiz de Carvalho, o diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil, discursou.

    “Tivemos uma reunião aqui em São Paulo e começaremos a nossa viagem de nove dias pelas 17 candidatas para colher o máximo de informações e decidir quais serão as 12 cidades que receberão jogos da Copa do Mundo”, afirmou Weil. A decisão final da Fifa sairá no dia 20 de março, quando a entidade anunciará o nome das escolhidas em Zurique, na Suíça.

    Ainda em São Paulo, a delegação da Fifa sobrevoou de helicóptero alguns pontos da cidade. Na sequência, o grupo participou de uma reunião com representantes da Infraero. As melhorias que serão feitas nos aeroportos de Cumbica e Congonhas, além do Campo de Marte, estavam na pauta.

    Logo após o encontro com os responsáveis pela candidatura de São Paulo, os representantes da Fifa viajam a Porto Alegre para dar sequência às inspeções. Além da capital gaúcha, a comitiva passará ainda por Florianópolis (SC) neste sábado.

    A viagem continuará por Curitiba e Rio de Janeiro (01/02), Belo Horizonte e Brasília (02/02), Goiânia e Campo Grande (03/02), Cuiabá e Rio Branco (04/02), Manaus e Belém (05/02), Salvador, Recife e Natal (06/02) e, por último, Fortaleza (07/02). Maceió não entregou os documentos necessários dentro do prazo e, por isso, está eliminada da disputa, ficando fora também da inspeção.

    http://www.uol.com.br

  8. SOBRE AS CONDIÇÕES DO MORUMBI:

    “O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.”

    Thiago, mesma recomendação que fiz ao leitor Gustavo : dê uma olhada no estudo do Sinaenco que pode ser localizado por aqui : http://www.sinaenco.com.br/estudos.asp e veja a situação dos estádios brasileiros, quase todos os estádios, senão todos, tem pontos cegos e graves falhas ou de projeto ou de conservação, temos cinco anos para virar este jogo, motivação primaz de eu ter escrito este texto.

    Abraços,

    Robert

  9. A questão do PAN q você levantou é um belo exemplo. Foi prometido expansão do metro, veículo leve sobre trilhos, despoluição da baía de guanabara e o carioca sabe muito bem que isso não aconteceu. Sobre os equipamentos tirando a HSBC arena e em proporção menor o maracanãzinho e o Estádio Olímpico (engenhão é muito feio) todas os outros estão sub-utilizados, ou melhor, abandonados mesmo.

    Fiscalização da sociedade e da opinião pública são importantes nesse momento.

    E fica como sugestão também um levantamento pra somar o que se gastou em todas as obras do maracanã. Sem sacanagem, se a obra do pan tivesse realmente modernizado o maracanã não seria necessário fechar o estádio por 3 anos de novo. Acho que esse somatório já chega a casa de 1 bilhão de reais o que daria pra construir um moderno estádio com a capacidade do maracanã.

    Gustavo, obrigado pelo comentário. Além do nulo legado do PAN descrito por você, apenas daria mais uma chance ao Engenhão, existem análises em andamento no TCU cujo parecer, que deve ser uma bomba, está sendo adiado para “não prejudicar a candidatura do Rio para os Jogos Olímpicos de 2016” (sic).

    É esperar pra ver e sim, temos que fiscalizar fortemente, reclamar, boicotar e escolher bem em quem votar.

    Abraços,

    Robert

  10. Moderado, o blog não se destina à e nem permite veiculação de mensagens comerciais.
    Atenciosamente,

    Robert


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