Publicado por: Amir Somoggi | 25/julho/2008

Mercado brasileiro de clubes superou R$ 1,6 bilhão em 2007

A Casual Auditores Independentes, empresa de auditoria especializada em entidades desportivas, publicou na semana passada seu estudo anual sobre as finanças dos maiores clubes brasileiros em geração de receitas no exercício de 2007. O resultado apresentado pelos 21 clubes presentes no estudo demonstrou que as receitas geradas pelos grandes clubes brasileiros cresceram muito entre 2006 e 2007.

 

Os clubes analisados ampliaram suas receitas em 36% e atingiram uma receita consolidada de mais de R$ 1,3 bilhão em 2007, o que representou mais de R$ 350 milhões de recursos novos no mercado. Com esse resultado expressivo o mercado brasileiro de clubes de futebol, segundo projeções da Casual Auditores, passou de pouco mais de R$ 1,2 bilhão em 2006 para mais de R$ 1,6 bilhão em 2007. Pela primeira vez desde que a Casual Auditores analisa as finanças dos clubes, 4 clubes apresentaram receita anual superior a R$ 100 milhões.

 

Entretanto excluindo os recursos gerados com os atletas os clubes cresceram 18% no mesmo período e 40% desse montante foi representado pelas receitas não operacionais geradas pelo Juventude.

 

Os clubes ampliaram suas receitas graças ao grande acréscimo dos recursos gerados com as transferências de seus atletas, que apresentaram um crescimento de 101% de 2006 para 2007, fazendo com que essa receita voltasse a ser a principal fonte de financiamento da atividade dos clubes, como em 2005, ano até então em que os clubes mais geraram recursos com atletas.

 

Os clubes que mais recursos novos geraram no mercado em 2007 foram: São Paulo com R$ 67 milhões, Grêmio R$ 59,8 milhões, Juventude com R$ 51,9 milhões, Internacional com R$ 46,9 milhões e Corinthians com R$ 39,7 milhões. Fluminense, Santos, Atlético-PR e São Caetano foram os únicos clubes que apresentaram redução em suas receitas de 2006 para 2007.

 

O clube que apresentou a maior evolução percentual em suas receitas em 2007 foi o Juventude, com um crescimento de 511% nos recursos gerados, conseqüência direta de suas receitas não operacionais com a venda de seu CT, seguido do Grêmio com evolução de 121% graças a ampliação de suas receitas com a transferência de atletas, receitas com seus sócios e recursos gerados com bilheteria e o Náutico, com uma evolução de 106%, graças ao acesso do clube para a Série A, que acarretou em uma substancial melhora em seus recursos com as cotas de TV, além da melhora em suas receitas com seus sócios, bilheteria, patrocínios e transferências de seus atletas.

 

Maiores Receitas- Futebol Brasileiro- Exercício de 2007 – Em R$ mil

 

 

 

 Fonte: Casual Auditores Independentes


Responses

  1. Nossa que comentario completo, ficou lindo ver o grafico com os mairoes clubes brasileiros e suas receitas, e melhor ainda ver o comentario sobre o atletico paranaense ter diminuido sua receita. Não ta falatando nada ai nesse comentario, tipo as dividas, quanto os clubes gastaram, sera que o grafico seria o mesmo se voce falase do aumento da divida desses clubes?

    Prezado João,

    Esse post, como o título apresenta, somente mostrou a realidade de geração de receitas dos clubes em 2007.

    Seguramente há muitos outros dados no estudo sobre as dívidas e despesas dos clubes.

    Um abraço.

    Amir

  2. Bom comentario este seu, vamos dar só o lado bom da notícia sempre. Afinal os clubes só faturam, eles não gastam, não tem dividas, não tem que pagar nada, alias não devem nada porque o faturamento só aumenta, todo ano o faturamento aumenta, e porque sera que tem clube quebrado por ai? o faturamento só aumenta. Porque sera que tem estadio desabando e torcedor sendo tratado como gado? o faturamento só aumenta. òtima notícia saber que o faturamento aumenta mesmo.

    João,

    Se está tão incomodado porque você perde seu tempo postando mensagens aqui.

    Óbvio que há muitos outros dados a serem analisados, o que farei, quando eu bem entender em futuros posts.

    Um abraço.

    Amir

  3. E ai Amir, tudo bom demais?

    Me espantei com o volume de receitas do São Paulo (claro que devemos analisar as despesas e dívidas), mas fundamentalmente, se eu não estiver errado, esse estudo das receitas serviria como um embasamento para medirmos o “valor” do clube. Uma vez que no cenário empresarial, fundamentalmente o valor de uma empresa se da pela capacidade que ela tem de gerar caixa? ou não?

    Puxando a sardinha pro meu lado, se for possível, o meu BOTAFOGO \o/ ficou como nessa história ai???

    Eu sinceramente sempre procurei um site que disponibilize esse tipo de dados com a maestria e segurança que você (olha a intimidade rsrsrs) faz.

    Mais uma vez,

    Um forte abraço

    Léo!®

    Olá Léo,

    Os clubes que mais cresceram em receitas tiveram como grande diferencial a ampliação de seus recursos gerados com a transferências dos atletas. Caso do SPFC, Inter, Coritnhians e Grêmio. O SPFC ainda se beneficiou dos recursos captados com a Lei de Incentivo e recursos com o Morumbi.

    A geração de caixa dos clubes piorou de 2006 para 2007, no estudo temos a análise de EBITDA que demonstra isso.

    O seu Botafogo ampliou os recursos gerados com bilheteria e jogadores o que possibilitou uma ampliação de seus recursos de 2007, mas está ainda muito abaixo de seu potencial.

    Um abraço.

    Amir

  4. Antes de mais nada, excelente postagem. Não adianta o pessoal não entende que prá fazer uma análise completa, demandaria muito tempo, e não é a proposta do blog, que é na verdade levantar questões relevantes, sem a arrogância de chegar a alguma conclusão, sem finalizar o assunto. O blog deixa quicando, e nos comentários, nas respostas e na cabeça de cada um tiramos nossas conclusões. Por isso que gosto deste blog.

    A casual, prá quem gosta e acompanha o assunto, faz um trabalho muito bom quanto as finanças dos clubes, porém, acho que a Casual realmente se precipitou em seus dados. Não vi o relatório completo, mas não concordo com os critérios que utilizaram para as receitas amplamente divulgados na imprensa. Eles utilizaram a receita bruta apenas, somando inclusive as receitas financeiras, não considerando as deduções da receita.

    Gostaria de ver o material completo que eles publicaram, se poderes me indicar, agradeceria.

    Abraço

    Prezado Alcindo,

    Obrigado pelo comentário.

    Sou o responsável pelo estudo na Casual e utilizamos os dados de receita bruta, sem as deduções, pois há clubes que não apresentam tais informações, o que impossibilitaria qualquer comparação entre as entidades.

    Um abraço.

    Amir

  5. Respondendo ao Léo…

    Em 2007 o Botafogo obteve receitas operacionais de R$ 41.080.796, o que representou um aumento de 16,79%, ou R$ 6.244.546 referente a 2006.

    Desses R$ 41.080.796, R$ 12.671.114 (31%) vieram de negociação de atletas e R$ 15.000.000 (36,5%) de cotas de trasmissão televisiva.

    Resumindo…a situação não é das melhores no Botafogo.

    Prezado Guilherme,

    Acho que há algum equívoco nesses dados apresentados. Segundo o balanço do Botafogo as receitas com as transferências de atletas foi de R$ 402 mil em 2007.

    Um abraço.

    Amir

  6. Obrigado Amir, bom então tá explicado.

    Também notei que muitos não utilizam, tenho alguns balanços de clube aqui, e tentei padronizá-los, e realmente é tarefa muito ardua, e precisaria de informações que não estão nas publicações dos balanços.

    Saíram algumas resoluções do CFC(legislação e outras normas também), com o intuíto de aproximar os critérios. A contablidade não é uma ciência exata, principalmente quando a utilizamos de maneira gerencial, mas existe uma diferença enorme nos critérios dos clubes, e prá quem acompanha há alguns anos sabe que muitos clubes vem reclassificando algumas contas para melhor demonstrar, e acompanhar os novos critérios.

    Apesar de o futebol brasileiro ainda depender da negociação de atletas para se manterem, é uma aberração ela ser considerada receita operacional. É como se uma empresa precisa-se criar uma marca e vender ela para poder sobreviver, ou depende-se da venda de uma máquina para pagar o salário de seus funcionários.

    Tomara que o caminho para a aproximação dos critérios seja seguido, facilitaria bastante.

    O relatório completo, está disponivel na internet, ou não sairá?

    Abraços

    Olá Alcindo,

    Excelente colocação, penso como você, jogadores deveriam ser registrados como receitas não operacionais.

    Vou te encaminhar o estudo.

    Um abraço.

    Amir

  7. Me enganei mesmo…12 milhões é o valor referente a bilheteria e cotas de participação…

    Quanto ao estudo Amir, ele será publicado na integra em algum lugar? Tenho interesse em ve-lô

    Abraço

    Olá Guilherme,

    Vou te encaminhar o estudo.

    Um abraço.

    Amir

  8. Primeiramente, é um prazer efetuar comentários neste conceituado Blog. Quero parabelizar aos profissionais pela rica gama de informações contidas no mesmo.

    ***

    Os clubes precisam deixar de serem reféns da transferência de atletas e acrescento ainda, há antecipação de cotas por parte de emissoras de TV, de federações, clube dos treze… um circulo vicioso que apenas gera-se caixa (receita) para pagamento de dividas imediatas, sendo que não gera-se receita para que seja executado um planejamento de médio e longo prazos.
    Esse tipo de ação dos clubes em minha opinião encontra-se arcaico e ultrapassado. Não condiz com a gestão moderna e profissional que muitos gostariam de ver (e me incluo) implantado nos nossos clubes.
    Os clubes brasileiros precisam urgentemente criar ações de Marketing consistentes e com ampla competencia, onde busquem há diversificação necessária no mercado para divulgarem o que tem mais de preciso, sua ‘MARCA’.
    E é essa ‘MARCA’ (o nome do clube) é o que evidencia tudo o que possa se gerar de valor para ao clube: Receita, planejamento, exposição na esfera interna e externa do país, conquistas, maior valorização do material humano (jogadores) para futuras transferências e esse mesmo material humano, agregam maior valor há ‘MARCA’ se permanecerem por mais tempo defendendo à instituição.
    Não vemos mais a identificação dos nossos craques com a instituição que defendem e conseqüente há isso com o próprio torcedor.
    Isso tudo começa com um trabalho de excelência pela base.
    Mais gostaria, se me permitem desenvolver esse assunto mais adiante por este conceituado blog.

    Agradeço, pela atenção!!!

    Um Abraço!!!

    Olá Carlos,

    Obrigado pelo comentário.

    Realmente os clubes brasileiros têm um mundo de receitas a serem geradas na exploração comercial de suas marcas, com seus estádios e também com novas mídias.

    Infleizmente o torcedor é a parte menos representativa do total gerado pelos clubes, já que as receitas Business to Business (Venda de jogadores,TV, patrocínio e publicidade) representam 67% do total gerado (já chegou a representar 70%).

    Por isso tenho falado bastante das receitas com sócios do Inter, Grêmio, CAP e Figueirense que juntos representaram um valor de R$ 45 milhões em 2007. E a tendência é que esses valores cresçam em 2008.

    Um abraço.

    Amir

  9. E quanto ao faturamento dos times brasileiros sem vendas de jogadores, que é o que interessa, por acaso cresceu?
    É preciso, que se venda o futebol brasileiro, não os atletas, pra isso requer dos dirigentes mudança de mentalidade e mais investimentos em marketing.
    Se continuar nesse rítmo, o São Paulo pode em dois anos, figurar na lista dos 20 clubes mais ricos do mundo, onde constam somente equipes européias.

    Olá Guilherme,

    Como citei no post os clubes cresceram 18% sem a transferência dos atletas, sendo que 40% desse montante refere-se a venda do CT do Juventude.

    O Corinthians, Internacional, Atlético-PR e São Caetano tiveram reduções em suas receitas sem considerar a negociação dos atestados liberatórios.

    Quanto ao SPFC figurar no estudo da Deloitte creio que ainda é muito cedo para isso, já que a ranking apresenta dados dos clubes somente sobre as receitas geradas com TV, estádios e marketing. Em 2007 o clube atingiu 40 milhões de euros consideando somente essas receitas (inclusas nesse valor o clube social e Lei de Incentivo) e o Weder Bremen, 20º colocado, gerou em 2006-07 97 milhões de euros.

    Um abraço.

    Amir

  10. Caro Amir, gostaria de saber se vc poderia disponibilizar o balanço do Botafogo para mim. O endereço é antoniohoc@gmail.com

    Obrigado

    Olá Antonio,

    Vou te encamnhar o estudo da Casual com vários dados do clube.

    Um abraço.

    Amir

  11. Amir, muito bom você apresentar estes números. Podemos perceber que grande percentual do crescimento das equipes esta aliado a fatores nos quis estas não deveriam, em tese, ser tão dependentes. Acredito que esta situação ainda perdure por longas gerações já que grande parte dos responsáveis por um “planejamento” de geração de receitas ainda tomam atitudes que me levam a crer que o retorno deve ser rápido, ainda que o potencial gerador a longo prazo possa ser mais vantajoso. Marcas consolidadas como Flamengo, Corinthians (atualmente seu presidente é um grande incentivador desta pratica), SPFC parecem estar constantemente com o pires na mão, negociando jogadores para fechar a conta no ano.
    Um abraço.

    Olá Bruno,

    Realmente demoraremos muito tempo até que as coisas mudem no quesito geração de receitas.

    A solução mais rápida sem dúvida seria uma mudança radical no perfil dos dirigentes de clubes aqui do Brasil. O ideal é que os sócios e conselheiros colocassem no poder profissionais jovens e mais capacitados, com visão de negócio e conhecimento profundo de modernas técnicas de gestão esportiva.

    Talvez com essa mudança poderíamos ver os grandes clubes explorarem todo o potencial de seus negócios.

    Um abraço.

    Amir

  12. Grande post, Amir.
    Sabe o que eu acho mais engraçado? Com tantos dados, exemplos e pessoas interessadas em mudar esse cenário dessa grande fazenda controlada por grandes coronéis que é o nosso futebol, ele não se altera. Algumas mudanças ali, outras aqui, muitas significativas. Pergunto a vc, qual seria o estopim para os clubes começarem a mudar essa administração latifundiária?
    Como já disseram nos comentários: o atleta não tem mais identificação com o clube que o revelou ou formou.
    Todos sabem que ninguém é contra venda de jogadores, é uma forma de receita. Porém, hoje é feita de uma maneira selvagem, como se fosse a única maneira de manter o caixa, o que não acontece na maioria das vezes ou não há quem vender.
    Os clubes têm que aproveitar ao máximo o pré e pós Copa do Mundo para iniciar um fortíssimo trabalho em geração de receitas com Arenas, que consequentemente traz e fideliza o seu torcedor. Ao mesmo tempo de campanhas excelentes de marketing e ativações de patrocínio.
    Creio eu, que com esses trabalhos dá pra se investir na base. E nela tem que trazer o modelo europeu e adequarmos: investimos no atleta sim, mas para que ele exploda aqui para ser negociado depois que o seu futebol ou imagem não ajudam tanto mais ao meu clube.

    Amir, desculpas por fugir um pouco do tema e generalizar.
    Tenho certeza que não sou o único indignado….huhauahuahauhauhaua
    Eu vejo um futuro bom vindo por aí,do Sul principalmente.
    Refaço e altero minha questão: Na verdade temos o estopim e o fósforo nas mãos, agora resta saber quando ele vai ser aceso.

    *E se puder me enviar o material tbm, ficaria agradecido. rikrdobrito@gmail.com

    Abraços

    Olá Ricardo,

    Você está certo, temos todas as condições para mudar esse ambiente atual.

    O primeiro passo é o clube enxergar na venda dos atletas a última saída para o equilíbrio em suas finanças e não o primeiro. Até porque sem a presença de ídolos será difícil mudar alguma coisa aqui no Brasil.

    Além disso, buscar através de um planejamento de longo prazo, maximizar todas as suas alternativas mercadológicas e estreitar o relacionamente com seus públicos de interesse.

    Um abraço.

    Amir

  13. Claro que eu fiquei encomodado com o post, sempre acompanho o blog e não é esse tipo de matéria que estava acostumado a ler aqui.
    Mas como não conheço nenhum jornalista, ou mesmo blogueiro, que aceite uma crítica não ia ser aqui que isso tinha que acontecer.

    Olá João,

    A questão aqui não é aceitar ou não uma crítica, mas sim a forma como você a fez. Você poderia ter levantado suas questões de uma forma educada…

    Não sou jornalista, muito menos blogueiro profissional, meu único intuito junto com meus colegas do blog é contribuir para a melhora do futebol brasileiro.

    Fique tranquilo que em futuros posts apresentarei outras informações que vão além das receitas.

    Um abraço.

    Amir

  14. Amir,

    Em resposta ao Bruno Rodrigues, você cita que para haver uma mudança rápida na gestão dos nossos clubes brasileiros, os dirigentes deveriam agregar na administração do clube, profissionais com uma visão de negócio.
    Tenho por mim, que com os dirigentes atuais que comandam os clubes brasileiros hoje, isso seria um pouco difícil (salve algumas exceções)
    Sou um dos que sonham, e espero que um dia se torne realidade, em ver os clubes do futebol brasileiro com uma gestão mais profissional e principalmente com ações mais competentes.
    Em cima desse raciocínio, gostaria por gentileza, de saber se há alguma possibilidade de se desenvolver, por parte de vocês, um projeto educacional, próprio ou mesmo por meio de parceira(s) aos interessados, que queiram se aprofundar na área de gestão no futebol ou mesmo no esporte.
    Cito esporte, por que tenho para comigo que não só o futebol necessite de uma gestão profissional mais competente, acrescento o basquete masculino, que mais uma vez fica fora de uma Olimpíada. Lamentável…
    Então Amir, sei que há algumas instituições superiores educacionais (Faculdade), que oferecem cursos na área, mais acho que esse campo poderia ser mais explorado e eventualmente cria-se alguma coisa diferenciada do que temos no mercado.
    Por gentileza independente da sugestão citada acima, se houver alguma(s) dica(s) sobre cursos (curto prazo) e eventos, pediria que fosse passado ao meu e-mail (carlosrocco.gfa@gmail.com).

    Olá Carlos,

    Você está certo não é apenas o futebol que precisa de uma mudança radical na gestão mas também outros esportes, principalmente os olímpicos, que vivem de verbas públicas.

    Quando eu souber de cursos livres na área te aviso.

    Um abraço.

    Amir

  15. Olás!

    O Timão acaba de apresentar o balancete do 1o semestre.
    Vocês conseguiriam explicar por que o item “Licenciamentos e Franquias” aparece com valor = a R$ 0,00?? Uai?! Eu vejo camisa roxa, azul, “não para”, timaotur e o escabau… E o retorno é zero? nada?

    Parabéns pelo site!

    Sds

    Olá Afonso,

    Realmente só a diretoria do clube pode explicar como estão registrados os valores referentes às receitas de royalties. Esses balancetes publicados pelo clube não são uma exigência legal, assim teremos que esperar a publicação oficial em 2009.Talvez estejam registradas em outras receitas…

    De qualquer forma analisando os dados percebe-se um 1º semestre excepcional, considerando que o clube está na segunda divisão.Temos que esperar os dados do segundo semestre para saber se 2008 foi realmente positivo para o clube.

    Um abraço.

    Amir

  16. Bom dia, Amir! Inicialmente, parabéns pelo seu trabalho e de sua equipe. Eu gostaria de solicitar acesso através de link, ou receber via email a íntegra desta pesquisa para compor referência em estudo acadêmico. Meu endereço eletrônico é: ccjonas@hotmail.com. Obrigado! Abraço.

    Olá Jonas,

    Vou te encaminhar o estudo.

    Um abraço.

    Amir

  17. Olá Equipe do Blog Futebol&Negócio. Parabéns pelo o conteúdo postado aqui, sempre muito interessante.

    Mas queria saber de vocês, o que os clubes brasileiros podem fazer para melhorar esses números, no curto e médio prazo e sem ter que desfazer dos direitos econômicos dos seus principais jogadores?

    Desde já, muito obrigado!!!

    Olá Rodrigo,

    Os clubes devem mapear todas as suas fontes de receitas inexploradas e através de um plano plurianual estruturar as ações anuais relacionadas com esse mapeamento. O mercado brasileiro tem grande potencial de crescimento na exploração dos estádios, ações de marketing com patrocinadores e parceiros e novos projetos com mídias alternativas.

    Abrir mão dos percentuais em direitos de jogadores deve ser a última opção para gerar receitas e não a primeira como é atualmente.

    Um abraço.

    Amir

  18. Olá Amir!
    Primeiramente meus parabéns para toda a equipe do blog por postagens tão interessantes e inteligentes!
    Este post tem muito a ver com o meu tcc de Mkt Esportivo e Gestão do Futebol e gostaria, por gentileza que me enviasse também esse estudo da Casual para ter uma base e referências numéricas que, até então, não havia encontrado em lugar algum…
    Ficarei muito grata!

    meu e-mail: nandaper19@hotmail.com

    Um abraço!

    Olá Fernanda,

    Agradeço aos elogios.

    Vou encaminhar o estudo para o seu email.

    Um abraço.

    Amir


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