Publicado por: Marcos Silveira | 9/junho/2008

Marketing ambulante

Se dentro de campo o Corinthians caiu para a Série B do Campeonato Brasileiro, fora dele tem dado sinais de que subiu de divisão. Pelo menos na quantidade de ações de Marketing.

Talvez ainda falte um projeto mais consistente e elaborado, de longo prazo, mas é inegável que o clube do Parque São Jorge tem aproveitado a queda para se aproximar do torcedor.

A última novidade pega carona no novo grito de guerra da arquibancada: o “Não Pára! Não Pára! Não Pára!”, inspirado na música “Amigo”, de Roberto Carlos, virou camiseta, como você vê na reprodução do site oficial do Corinthians:

Camiseta "Não Pára"

O novo produto está à disposição do torcedor corintiano por R$ 39,90. O valor relativamente baixo (perto da média de itens oficiais de clubes de futebol) e, principalmente, a boa fase do Corinthians na Série B e na Copa do Brasil devem garantir boas vendas.

Mais uma vez a Nike não tem participação no lançamento, como ocorreu com a primeira versão da camiseta “Eu Nunca Vou Te Abandonar”, no fim do ano passado. Será que o Corinthians estaria no caminho do rompimento, como fez o Flamengo?

A Nike já foi criticada neste blog por não aproveitar a “oportunidade” do rebaixamento do Corinthians. E o clube tem lançado camisetas por conta própria ou com outros parceiros.

Mas quem está na frente nessa história toda é o mercado informal. Na última quarta-feira, no Morumbi, palco da 1ª final da Copa do Brasil, vendedores ambulantes vendiam por R$ 25 uma camiseta com os dizeres “Vamos subir Timão!!!”, como você confere na foto do Globoesporte.com:

Camiseta ambulante

Ambulante corintiano vende camiseta por R$ 25 no Morumbi

A camiseta vendida pelos camelôs copia o bordão utilizado pelo Atlético-MG na Série B de 2006 (“Vamos subir Galo!”), mas está mais barata e foi lançada antes do novo produto do Corinthians.

Caro leitor, eu quero saber a sua opinião: qual camiseta o torcedor corintiano vai preferir? A oficial, um pouco mais cara, ou a “alternativa”, mais em conta?

Não seria hora de tentar se aproximar dos ambulantes, transformando um concorrente em aliado?

Deixe seu comentário e vamos fazer mais um debate em alto nível!

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Responses

  1. Olá amigos!

    A diretoria de marketing do Corinthians tem se mostrado em sintonia com a torcida lançando sempre campanhas de acordo com o momento do time, porém concordo com vocês que faltam planos de mais longo prazo e não dependerem exclusivamente de algo pontual que é a subida a 1a divisão. E depois que subir? Torço para que as ações não parem por aí.

    Com relação a sua pergunta, certamente o torcedor corinthiano vai optar pela mais barata, uma vez que não há uma consciencia por parte dos torcedores da importancia de se comprar produtos oficiais.

    Está mais do que na hora de se realizar uma parceria com os ambulantes. Lutar contra é impossível, desta forma é melhor juntar assim todos saem ganhando.

    Por que nao tornar esses camelôs em vendedores autorizados? Seria uma extensão das lojas oficiais que atingiriam o consumidor popular.

    Abcs

    Olá Sergio, obrigado pelo comentário!

    Você captou bem o espírito do post.
    Os dirigentes do Corinthians (e dos outros clubes) poderiam fazer o mesmo, né? 😉

    Abs,
    Marcos Silveira

  2. Parabéns pelo post,

    Eu vejo o Corinthians como um time de muita inprensa, afinal, ele está no eixo rio-sp, e tem a segunda maior torcida do Brasil, acho isso ótimo, basta ter uma diretoria boa (coisa que HOJE o Corinthians tem) , que isso vira muitoo dinheiro.
    Quando o Palmeiras foi rebaixado, mal se falava da série B (mesmo ele sendo um time de SP nao se falava muito) , mas agora que o poderoso ‘Timão’ foi, a rede ‘Bobo’ está transmitindo os jogos… Acho isso muito bom para os times da série B assim, eles ganham mais prestígio..

    Quando o Gremio foi rebaixado, o mesmo aconteceu, nao deram a mínima para o Gremio e a sua torcida(coisa que até na Libertadores nao fazem, mas nao me surpriende muito isso vindo das emissoras do eixo.)
    A Geral do Gremio se concretizou na série B, onde o time estava mal, diferentemente da “Grandiosa torcida do Flamengo” que se concretizou com o título da Copa do Brasil, e como sempre eles só deram bola para a torcida de la com aquela musiquinha “és time de tradiçao,raça amor e sei la..” vinda do grande rival aqui do sul, o internacional, que como sempre nao teve nem se quer o seu nome citado lá em cima.

    Disculpe-me por sempre falar do Gremio, é que sou um cara que odeia essas emissoras e que um dia espera pelo reconhecimento que os times daqui merecem…

    Olá Matheus, obrigado pelo comentário!

    O que a torcida do Corinthians está fazendo agora na Série B é um repetição do que foi feito nos últimos anos pelas torcidas de Grêmio, Palmeiras, Botafogo, Atlético-MG, Coritiba etc.
    Todas essas grandes equipes do futebol brasileiro tiveram participação fundamental no resgate esportivo dos clubes e lotaram estádios.

    As emissoras do eixo Rio-SP acabam dando mais espaço para Corinthians e Flamengo porque apostam na massa de torcedores dos dois times mais populares do Brasil para conquistar audiência.
    Mas tenho visto uma mudança gradual nos últimos anos. O espaço conquistado por Internacional (em 2006) e Grêmio (em 2007) é uma prova disso, não acha? 😉

    Abs,
    Marcos Silveira

  3. Marcos, legal esse post, sua profissão está marcada no DNA mesmo !! Sempre tenta dar notícia recém-saída do forno, isso é muito legal mesmo.

    Vejo interessantes essas ações do clube, na situação em que está, qualquer receita é bem vinda mesmo, a 1.a camiseta da campanha “Nunca vou te abandonar” vendeu bem e trouxe um grana boa para o clube.

    Lamento, apenas, que o mercado informal ocupe esse espaço também, às vezes até mais eficientemente que o formal pela ausência das amarras dos escrúpulos e que os clubes pensem que esse é um problema que não term solução; apesar das dificuldades jurídicas mil , creio que evitar a erosão da marca é fundamental.

    O colega Matheus, gremista, se queixa em seu comentário até com alguma razão; o Grêmio é um baita clube mesmo e sua trajetória não deixa dúvidas, o problema é que o Corinthians, até mais que muitos clubes do eixo Rio-SP, gera muita visibilidade, e é isso que todo mundo busca e aí o fenômeno acontece, o Grêmio e os demais clubes fora do eixo tem todo o potencial para virar esse jogo, a única diferença é que o esforço é bem maior, eu creio que há espaço pra todos, já que o futebol ocupa bem pouco de seu mercado potencial.

    Abraços a todos,

    Robert

    Olá Robert, obrigado pelo comentário e pelas palavras!

    Estamos de acordo que algo precisa ser feito em relação ao mercado informal, seja para combatê-lo, seja para regularizá-lo. O que não pode é continuar da maneira que está!

    Sua colocação sobre o Grêmio também está perfeita e tenho certeza que a situação pode ser revertida.

    Abs,
    Marcos Silveira

  4. Bom dia pessoal.

    Bom, nunca havia pensado na possibilidade de tornar os ambulantes e informais parceiros dos clubes!

    Se algum de voces ja foi ao maracanã em dia de classico, nao podem ter deixado de ver a quantidade absurda de ambulantes vendendo cópias exatas, bandeiras, bandas, faixas de campeão, taças, copos. Enfim, uma variedade tão grande de produtos que nem mesmo as lojas oficiais costumam ter.

    Se eu fosse dirigente dos grandes clubes, formaria uma equipe de supervisão, e colocaria uns 10 agentes passeando,mostrando, e cobrando da policia ação contra os ambulantes, pois o que eles vendem é ilegal!

    Enfim, na verdade, enquanto o poder publico permitir essa safadeza dos ambulantes contra os comerciantes que pagam impostos carissimo, e muitas vezes veem o mesmo produto ser vendido pela metade do preço na porta do seu estabelecimento, não vai ser possivel que os clubes lucrem com seus produtos oficiais.

    Olá Thiago, obrigado pelo comentário!

    Infelizmente clubes e autoridades ainda fazem vista grossa para esse problema, que deveria ser encarado de verdade.

    Participe sempre!

    Abs,
    Marcos Silveira

  5. Olá Marcos!

    Aprovo o marketing do Corinthians por estar aproveitando um momento único no clube. Com certeza esta aposta na esperança e superação está dando retorno imediato, principalmente nestas campanhas mais pontuais de vendas de camisas. Não acho que estas camisas diferenciadas atrapalhariam no volume de vendas das originais pela grande procura que estão tento, mas concordo que o licenciamento de ambulantes ajudaria a alavancar suas vendas. Paralelo a isso, acho que o marketing do Corinthians não devia ter aproveitado este momento para alavancar tantas ações mais ousadas e delicadas como Tv-Timão, Timão Tur, parcerias com cartões de crédito, ações promocionais para crianças, programas complexos de sócio-torcedor e planos de saúde ligados ao clube etc. Acionando uma promoção de cada vez, com uma eficiente comunicação específica pra cada, traria muito mais retorno de marca para o clube e facilitaria no bom andamento e aceitação de cada ação, que já mostrou problemas de procura e principalmente de funcionamento.

    Um abraço!

    Leonardo Gerodetti

    Concordo com você, Leonardo!

    Muitas ações de MKT simultâneas podem acabar concorrendo entre si.
    Esse tipo de percepção que você colocou reforça a impressão de que faltou um planejamento estratégico mais bem elaborado.

    Abs,
    Marcos Silveira

  6. Bom dia, Amir.
    O problema de ações e estratégias de marketing feito no Brasil em sua grande maioria não leva em conta a realidade econômica e social do país.
    Todos se espelham na realidade norte americana e principlamente européia.
    Como pode o Flamengo lançar uma camisa à R$ 500 reias? A idéia do Palmeiras de “elitizar” seu público no Palestra com ingressos à 40 reias!!
    Nós devemos copiar modelos dos europeus e com nossas idéias recriar nossos modelos de acordo com nossa realidade.
    Essa idéia de ter ambulantes autorizados é interessante.

    Olá Cléber, obrigado pelo comentário!

    Infelizmente a maioria dos clubes ainda não entendeu o conceito de segmentação…
    Os modelos europeus são bons, mas precisam ser adaptados à realidade de cada equipe.

    Comente mais vezes!

    Abs,
    Marcos Silveira

  7. Eu já pensei assim também, hoje tenho dúvidas. Não acredito que os vendedores ambulantes possam ser enquadrados em nenhum tipo de contribuição, porque em qualquer circunstância eles saem perdendo. Acho que é uma questão cultural e social, antes de qualquer coisa. Não vejo soluções em curto horizonte nesse sentido. (é bem isso, não sei como fazer, mas acho que a parceria nao é um caminho que daria certo)
    De qualquer forma, também vejo uma necessidade latente de que se faça algo para solucionar esse problema urgentemente, e, embora nao saiba da situação do restante do país é visível que aqui no sul, os clubes não dão A MÍNIMA para a comercialização de produtos com sua marca sem a licença devida.
    O lançamento de produtos mais acessíveis ao grande público é uma das portas, me parece. Nos fóruns da torcida colorada, na qual me incluo, verifico que há inúmeros torcedores que gostariam de comprar camisetas, abrigos a preços mais acessíveis, mesmo que com qualidade um pouco inferior – mas ainda assim pagando mais que o estimado pelos ambulantes.

    Olá Tércio, obrigado pelo comentário!

    Parcerias com ambulantes no cenário atual realmente são complicadas. Além disso, qualquer tipo de acordo com o mercado informal teria riscos.
    Mas será que não está na hora de assumir riscos e mudar esse cenário? O que não dá pra aceitar é o conformismo vigente. Acredito que se houvesse uma legislação e uma fiscalização mais efetivas, até os camelôs defenderiam uma regulamentação.
    O tema de fato é polêmico, mas como respondi num comentário anterior, algo precisa ser feito.

    Abs,
    Marcos Silveira

  8. A respeito de tornar ambulantes revendedores oficiais eu tenho um depoimento interessante que vem da Inglaterra. Apesar de uma camisa oficial lá custar 4% do salário mínimo, existe uma linha de produtos, do Everton FC que eu visitei em pesquisa de campo, que eles chamam de semi-oficiais que são vendidos por quem vendia camisas piratas, o clube em questão chamou os caras e ofereceu a possibilidade de vender esses produtos administrados pelo clube, basicamente era o seguinte : ou é isso ou é a lei, e dá super certo.
    Claro que aqui há problemas maiores, outros, mas creio que qualquer esforço em combater a pirataria seja de camisas, software, sinal de TV, etc.. é válida e devemos dar força.

    Abraços a todos,

    Robert

    Excelente testemunho, Robert!

    Alguém pode dizer que aqui no Brasil isso não daria certo, mas eu prefiro ser otimista.
    A pirataria (principalmente no futebol) é um problema que nunca foi enfrentado como deveria, até porque os clubes não demonstram interesse em comprar essa briga.
    Não dá pra aceitar esse discurso de que “não tem jeito” sem pelo menos tentar resolver o problema.

    Abs,
    Marcos Silveira

  9. Olá Marcos,
    Gostei muito do post que sempre traz atualizações e gostaria de colocar meu ponto de vista sobre o marketing dos clubes.
    Na minha opinião uma classe consumidora fortemente ativa está fora de grande parte do mercado do futebol pois não vai ao estádio, não leva a família e só compra o PPV.
    Isto ocorre por vários motivos, todos já citados em outras discurssões neste blog.
    Mas tem outro motivo para que muita gente (incluindo eu) fique fora deste mercado que é a falta de transparência com que os clubes lidam suas finanças. Então quando um grande clube lança uma estratégia de marketing, nunca se sabe exatamente quanto foi arrecadado e para onde vai este dinheiro. Eu mesmo já me recusei a aderir às campanhas de marketing do flamengo por este motivo.
    Sem transparência e planejamento de longo prazo, o marketing do futebol não vai prosperar pois os maiores consumidores estarão de fora.

    Seja bem-vindo, Marcelo!

    Assino embaixo do seu comentário, que retrata a realidade do futebol brasileiro. Para melhorar a gestão dos clubes é fundamental aumentar a credibilidade/transparência, além de investir na segmentação para atingir todas as camadas de torcedores. E um planejamento de longo prazo bem feito é o primeiro passo para essa mudança começar.

    Participe mais vezes!

    Abs,
    Marcos Silveira

  10. Marcos silveira,

    Me disculpe, mas não acho que o tanto o Gremio quanto o inter tiveram o reconhecimento no eixo rio-sp

    Não precisa pedir desculpa, Matheus! 😉

    Respeito sua opinião, mas essa foi a sensação que eu tive aqui em São Paulo, onde moro.
    O espaço de Inter e Grêmio na mídia (TV, rádio, jornal e Internet) paulista obviamente não foi o mesmo que teriam Corinthians, Palmeiras ou São Paulo. Aliás, será que o São Paulo teve reconhecimento da imprensa gaúcha em 2005? 😉
    A questão regional é um obstáculo quase instransponível, mas vejo uma evolução gradual sim.

    Participe sempre!

    Abs,
    Marcos Silveira

  11. O Atlético Paranaense já tem um programa implantado com esse objetivo.

    Empresas licenciadas produzem camisas que são vendidas por camelôs por um preço mais baixo.

    Cada camelô recebe um banner oficial que indica a venda de produtos licenciados pelo CAP.

    Olá Emanoel, obrigado pelo comentário!

    Bom saber que temos uma experiência bem sucedida aqui no Brasil.
    Quem tiver mais informações a respeito, comente aqui!

    Abs,
    Marcos Silveira

  12. Marcos, o problema eh q o Gremio eh um dos times mais vencedores do brasil a um bom tempo (diferente do inter q “nasceu” em 2006):

    O Gremio ja chegou a 4 finais de libertadores e 2 finais do mundial, bi-campeao brasileiro e tetra-campeao da copa do brasil e esta muito bem nos rankings da CBF e CONMEBOL (1º e 3º) e mesmo assim tem o mesmo espaço na midia q o figueirense ou goias…

    Eh natural q a midia va em busca da audiencia, mas eh necessario o minimo de respeito e profissionalismo com os outros times, ainda mais quando esses times tem uma trajetoria superior aos “queridinhos da midia” (quantos times tem tantos titulos assim no eixo? sao paulo, santos e soh..) e mesmo assim a audiencia q os torcedores do Gremio podem dar ainda eh muito subestimada

    O q tu falou sobre espaço na midia regional de um time de fora eh verdade, mas uma coisa eh soh falar sobre os times regionais num programa regional, e outra coisa eh soh falar sobre os times do eixo num programa NACIONAL, mesmo q os outros times tenham mais destaque do q os do eixo, como a Globo, Band, RedeTV, etc. fazem.. isso q indiguina os torcedores dos outros estados..

    Falando nisso, vcs podiam fazer um post sobre isso, as desvantagens dos clubes fora do eixo (patrocinio, espaço na midia, falta de reconhecimento, etc.) se a midia deve buscar a audiencia (mais espaço pra quem vende mais) ou a imparcialidade (espaço igual para todos, ou mais espaço pra quem esta melhor) e ate falar da unica vantagem citando a copa do brasil (determinaçao do sport em vencer “os paulistas”) e do Gremio, um dos q mais sofre com isso, eh claro 😀

    tenho certeza q vai ter grande repercussao e vcs ganharao a “audiencia” de mais torcedores de outras partes do brasil

    Outra coisa dificil de engolir foi a globo no ano passado idolatrando a torcida do flamengo eo tema da vitoria copiado do inter (sendo q foi a propria globo q criou isso, fazendo “campanhas” quase diarias mostrando a torcida e incentivando a lotar o estadio e apoiar o time e a CBF ajudou transferindo jogos para o segundo semestre quando o time estava melhor e reforçado) e praticamente ignorando a torcida do Gremio, q foi a pioneira no brasil a cantar e apoiar os 90 min independente do resultado, fazendo isso desde a serie B e em 2007 empurrou o time ate a final da libertadores, e mesmo perdendo cantou ate o final..

    Recomendo tu dar uma olhada nesse texto tambem
    http://blogdotolengo.zip.net/arch2008-03-09_2008-03-15.html

  13. aquele 😉 saiu errado… era so pra fechar o parentese… portanto ignorem ele…

  14. eai, oq acharam da minha sugestao?

    Oi Borracho,

    Sua sugestão é excelente e já está na minha lista de possíveis posts.
    Ultimamente tenho tido falta de tempo, mas vamos tentar escrever sobre essa questão geográfica em breve.

    Abs,
    Marcos Silveira


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