Publicado por: Amir Somoggi | 21/fevereiro/2008

Barriga de aluguel

A análise sobre os clubes citados nesse post foi extraída do estudo anual sobre as finanças dos clubes que realizo todos os anos na Casual Auditores. Em futuros posts apresentarei outros exemplos de clubes e suas informações financeiras.

Desde a Lei Pelé, a cada nova parceria criada pelos clubes, vejo que os projetos têm objetivos desportivos claros, nenhuma preocupação mercadológica e no final das temporadas o clube fica com a menor parte dos recursos gerados com os atletas negociados. Nossos grandes clubes se tornaram, infelizmente, vitrines para a exportação de jovens talentos, que em muitos casos amplia as despesas dos clubes na mesma proporção das receitas geradas. 

Os clubes com as parcerias ampliam suas despesas com a remuneração de seus jogadores e muitas vezes criam novas contingências trabalhistas e deixam de receber um montante significativo de recursos por terem cada vez um % menor nas futuras negociações. Atualmente os clubes têm celebrado parcerias com empresários / investidores de jogadores, em que o clube cede percentuais futuros de receitas a serem geradas e em alguns casos com empresas, que fica responsável pelo futebol no clube.

Cito como exemplo o caso recente do Palmeiras com o grupo Traffic e o Internacional-RS com as informações publicadas em seu último balanço referente ao exercício de 2006. 

Palmeiras 

A parceria realizada recentemente pelo Palmeiras para a contratação de novos jogadores é um bom exemplo da realidade atual da gestão dos clubes de futebol profissional no Brasil. O Palmeiras, ao meu ver, tinha a necessidade de montar uma equipe forte em 2008 e esse ambiente esportivo contribuiu para que fosse assinado o acordo.

palmeiras.jpg

Em 2006 segundo estudo da Casual Auditores, o Palmeiras apresentou um custo total do departamento de futebol de R$ 62,2 milhões, quinta posição entre os clubes brasileiros. A receita do clube em 2006 não acompanhou a evolução das despesas com futebol e seu % custo futebol, que é um indicador de gestão utilizado para identificar o montante despendido com futebol em relação às receitas geradas, foi de 84%. Em 2004 esse indicador foi de 63%. 

As futuras transferências dos jogadores do Palmeiras para o exterior serão divididas com seu parceiro, que está investindo pesado atualmente e tem todo direito de receber o que está acordado em contrato, mas tenho dúvidas se financeiramente essa parceria será boa para o clube, que em 2007 deve apresentar uma evolução nos seus custos com futebol, o que deve se repetir em 2008.      

Internacional-RS 

O Internacional também é um bom exemplo da realidade atual do futebol no Brasil. O Colorado teve um ano de 2006 histórico com seus títulos da Libertadores e Mundial de Clubes. No campo das finanças, o clube apresentou uma receita de R$ 108,9 milhões e com esse resultado saltou da nona posição em 2005 para a segunda posição entre os clubes com maiores receitas do Brasil. 

inter-rs.jpg

Entretanto, os custos do departamento de futebol do Inter cresceram no mesmo ritmo. O clube apresentou em suas demonstrações contábeis com total transparência nos números, as receitas e despesas geradas com as transferências de seus jogadores. Do total gerado pelo clube em 2006, R$ 46,9 milhões foi proveniente das transferências de seus jogadores, sendo que R$ 22,7 milhões foram apresentados como despesas com a participação nos direitos dos atletas e comissões sobre as transações com os jogadores.

Em 2006 o Internacional apresentou um custo do departamento de futebol de R$ 78,3 milhões o maior do futebol brasileiro, que representa 72% das receitas geradas. O % custo futebol em 2004 do clube foi de 44%.  O Internacional embora tenha conquistado importantes títulos e gerado receitas novas com seus sócios em 2006, no mesmo período ampliou muito seus custos com futebol, tanto em salários e imagem como pelo valor deduzido das receitas geradas com as transferências de seus atletas.

Segundo seu balanço o clube ficou com apenas 25% dos R$ 21,8 milhões recebidos pela negociação do Rafael Sóbis com o Real Betis. Com a saída do Alexandre Pato a dúvida é saber qual será o valor que o clube receberá e qual será o montante gasto com as comissões e participações e também seus gastos com a remuneração dos jogadores, que em 2006 cresceram 40% em relação a 2005.    

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Responses

  1. Sensacional esse post..
    Simplificando mais ainda: os clubes por “pressão” viabilizam parcerias que buscam bons jogadores.. ao mesmo tempo, os custos ao clube aumentam.. as parcerias vendem, pegam “seu dinheiro” com juros.. e os clubes continuam com o gasto alto, o que, provavelmente não ocorria antes..

    Só o banimento de empresários, intermediadores, etc. dos clubes pode acabar com isso.. mas, com metade dos jogadores brasileiros na “mão” do Juan Figger, como os clubes vão montar um time sem jogadores dele, ou do Wagner Ribeiro, ou de várias outros por aí.. não tem jeito.. o futebol já tá não mão deles.. infelizmente!

    Olá Breno,

    Você está certo. Somente um novo modelo de gestão poderia alterar o atual panorama. Mas convenhamos que muitos clubes não têm feito esforço algum para mudar essa realidade. Os empresários estão tomando conta de nossos clubes e os prórpios clubes são os únicos que podem fazer algo para modificar isso.

    Um abraço.

    Amir

  2. Amir, excelente viés de análise; em tempo, existe um percentual considerado ideal das receitas que um departamento de futebol pode custar ?

    Pergunto isso pelo fato do São Paulo F.C. ter, apesar de grandes receitas e bons resultados de mercado, ter uma lucratividade relativamente baixa e acredito que o custo do depto. de futebol tem grande relação com isso.

    Olá Robert,

    O ideal é o clube se manter com seu % custo futebol abaixo de 60%. Temos alguns clubes brasileiros com % acima de 100%, como o Santos com 129% em 2006.

    O SPFC apresentou um custo com futebol profissional em 2006 de R$ 70,3 milhões, que representou 57% de suas receitas, o segundo melhor índice entre os clubes grandes do Brasil graças a sua geração de receitas. O clube apresentou despesa total de R$120,5 milhões em 2006, essa sim a maior do Brasil.

    Um abraço.

    Amir

  3. Se como bem explanou o brilhante AMIR, os clubes são barriga de aluguel é porque as suas marcas estão sendo exploradas pelos ditos dirigentes & managers (aqueles que ganham mais que os próprios clubes), especialmente através de porcentagens e comissões estipuladas às escuras. Quanto ganha um presidente ou diretor de futebol do SP, Santos ou Timão? Ao mesmo tempo de onde vem o $ dessa gente que vive 24h para o clube? O Juvenal, Marcelo e o Andrés – ganham oficialmente quanto? É isso que deveria ser investigado à fundo… Até porque sempre tem aquela história para boi dormir que: Ah tal presidente é rico e faz por amor ao clube… Amor ou caixa 2? Essa é a questão… Ministério público sou à favor de TIME MANIA, especialmente se vcs do judiciário nacional tiverem a MANIA de investigar à fundo a vida destas “notórias figuras”….

    Parabéns
    Rodrigo Bueno
    São Paulo

    Rodrigo,

    Você levantou assuntos para muitos posts. Mesmo com a obrigatoriedade de publicação de balanços, nenhum clube com a exceção do Inter, publica informações referentes a comissões e percentuais de participação.

    Um abraço

    Amir

  4. Amir,

    Estava “navegando” pelo BLOG DO JOTA, do meu amigo Jota Jr e acabei vindo dar “uma volta” no seu BLOG. Muito legal, conteúdo, os comentários “de peso”, lugar comum de quem sabe o que quer em relação à boa informação do futebol… parabéns!

    Aproveito e deixo meu indicativo, apareça!!!

    http://paulofile.blogspot.com/

    Forte Abraço

    PAULOFILÉ

    Olá Paulo,

    Obrigado pela visita.

    Contamos com sua participação. Vou visitar o seu blog.

    Um abraço.

    Amir

  5. Sabe o que é mais engraçado nessa historia Amir, têm um clube famoso com um projeto para captação de atletas chamado de incubadora. Quem será que vai bancar o “leite” dessas crianças? Nem precisa dizer né!
    Isso tudo com a conivência dos clubes, aliais, dos gestores dos clubes.
    Eu disse captação por não acreditar que esse sistema empregado nas categorias de base possa ser chamado de formação, até seria se eles empregassem a pedagogia do esporte.

    Abraços

    Olá Ricardo,

    As categorias de base, que consomem cada vez mais recursos dos clubes, são utilizadas para criar novos jogadores. Todo o investimento possível é para essa filosofia de gestão que infelizmente tem transformado os jogadores em commodities, com baixo valor agregado.

    O pior é que os atletas da categoria de base têm se transferido cada vez mais cedo para o exterior, fazendo com que os % de direito de formação (mecanismo de solidariedade) do jogador fique com o clube europeu, já que o atleta transferido ainda está em formação e o clube do Brasil terá que dividir com os clubes estrangeiros esses recursos em futuras negociações internacionais.

    Realmente estamos muito distantes da realidade que temos que construir no futebol brasileiro.

    Um abraço.

    Amir

  6. Tema e abordagem excelentes!
    Infelizmente os grandes clubes brasileiros são muito imediatistas e acabam aceitando desempenhar esse ridículo papel de vitrine.
    O caso do Palmeiras é o que mais me chama a atenção. O clube está fazendo uma aposta de altíssimo risco por conta da ausência de títulos.
    E o pior: até quem ganha títulos está optando por esse caminho. Três dos principais reforços do São Paulo FC, por exemplo, estão nessa condição: Adriano, Carlos Alberto e Fábio Santos têm contrato de empréstimo por apenas 6 meses, deixando claro que o SPFC está totalmente focado na Libertadores. Um erro grave na minha opinião. Se for campeão, muitos podem até enfatizar o “grande planejamento” tricolor. Em caso de fracasso, no entanto, o restante da temporada pode ficar prejudicado.
    Uma coisa é trazer o Adriano nessas condições. Além de ser um jogador caro (fora da realidade brasileira) e diferenciado (pode decidir jogos), traz visibilidade mundial e oportunidades de negócio. Contratações desse tipo devem ser exceção e não regra.
    Abs, Marcos

  7. Amir,
    Suas informações são muito valiosas, como de costume. Você tem toda a razão quando diz que os clubes nada fazem para superar a situação de dependência em relação aos empresários. Um dos afirmações que eu mais contesto é que a Lei Pelé tornou os empresários donos dos jogadores. O que acontece é que estes sabem em quem investir enquanto os clubes investem mal e de forma preguiçosa. Não é raro haver jogador prestes a entrar no profissional ainda sem contrato ou com contrato muito perto do fim.
    Como o empresário corre o risco de fato, ele é muito mais cuidadoso com o investimento, ao passo que o dirigente, se errar, quem se ferra é o clube.
    Outra balela é a idéia de que os empresários são ricos enquanto o clube é pobre. O clube tem muito mais dinheiro que qualquer empresário boleiro. A questão é como aplicar os recursos.
    Eu não sou particularmente contra parcerias. Em todas, eu sempre faço a mesma pergunta: “o clube vai sair dela melhor do que entrou”? Além disso, se o clube tem um bom histórico e uma boa situação financeira, ele pode ser mais exigente na negociação e logo vai lucrar mais.
    Mas, como para tudo na vida, para conseguir algo é preciso trabalhar com competência na direção desejada. Abraço

    Olá Damato,

    Muito obrigado pela visita e pelo comentário.

    Sobre as parcerias realmente algumas até poderiam ter dado certo, caso em TODOS os casos, os projetos com os clubes fossem realmente administrados como empresas com acionistas (clube e investidor).

    Até hoje nenhum desses parceiros como Hicks, Parmalat, ISL, MSI, etc publicaram seus balanços, como obriga a Lei. No balanço de 2002 do Corinthians o clube não apresentou todas as suas informações financeiras do futebol como patrocínios e TV, que deveria ter sido publicado pela Hicks. Desde a Lei Pelé todas as entidades/empresas que pagam salários para atletas profissionais devem publicar seus balanços. Vou publicar em breve um post falando sobre o assunto.

    Sem transparência e muito profissionalismo nossas parcerias naufragaram e os clubes em quase todos os caso sairam píor do que estavam em termos financeiros, mas com títulos conquistados. Até nosso “eterno” case Parmalat sofreu severas investigações na Itália.

    Um abraço.

    Amir

  8. Os clubes nao necessitam de parcerias, necessitam de profissionais formados e capacitados pera exercerem as funcoes de gerenciamento.
    As parcerias, na maioria das vezes, quer a total autonmia para administrar o futebol pois assim tira de si a condicao de ter de ver seus investimentos sendo administrados por aventureiros, estes mesmos que estao na maioria dos clubes hoje.
    Parmalat=Brunoro
    HMTF=Agentes Financeiros
    Bank of America=Agentes Financeiros
    Oportunitty=Agentes Financeiros
    MSI=?
    Traffic=Traffic Mkt. Esportivo
    E por ai vai…se houver algum equivoo, favor alterar.

    Olá Bruno,

    É isso mesmo, o mercado brasileiro sempre busca esse caminho de curto prazo, que acaba se tornando um pesado ônus no longo prazo, inclusive em seus aspectos esportivos. Temos exemplos de clubes que depois das parcerias foram para a segundona.

    Por isso temos que defender uma mudança o quanto antes dessa tendência que nasceu com a Lei Pelé e que depois da MSI pensávamos estar com os dias contados.

    Infelizmente sinto que essa realidade permanecerá um bom tempo em nosso mercado.

    Um abraço.

    Amir

  9. Parabéns pelo amplo conhecimento e conteúdo atualizado.
    Os clubes não acordaram e vivem querendo resultados rápidos.
    Administram como no passado e seus dirigentes estão acabando com a galinha dos ovos de ouro que são os Clubes.
    Querem montar times e não manter para sempre seus clubes.
    Caso não ocorra a transformação em empresas, dificilmente se manterão. Utilizam os clubes para um autêntico balcão de negócios.
    Não dá para acreditar que estes próprios dirigentes que levam ao insucesso, tenham a saída para o sucesso.
    Não mudam a forma administrativa, logo a transformação em Empresa ou S/A poderá salvar o nosso rico futebol, pois aí sim teremos um futebol voltado para a qualidade no campo e também o business.
    Trabalhei no Santos FC – Depto.Amador – 2000/2002 e hoje sou reconhecido como o mentor do projeto que acabou originando jogadores que se transformaram em RECEITA E ESTRELAS DO FUTEBOL MUNDIAL.
    Somente os atletas, Diego, Elano, Alex e Robinho, deram mais de 170 milhões de reais ao Santos FC, acrescentando-se titulos e outros aumentos de receitas.
    O segredo, é FORMAR, VENCER E VENDER.
    Infelizmente o clube, gerindo de forma incorreta, está novamente no caos financeiro.

    Possuo todo o esboço deste projeto e sonho ainda em voltar ao futebol, porém dentro de uma forma administrativa empresarial

    Abraços e obrigado pelas linhas e peço desculpas pelo meu próprio comercial que humilde expus.

    Paulo Mayeda (ex-Dietor de Futebol Amador do Santos FC – 2000/2002 (54 anos)
    (13) 9757.0736 – celular

    E-mails: paulo_mayeda@hotmail.com
    mayeda2@gmail.com
    MSN: paulo_mayeda@hotmail.com
    Skype: paulomayeda

    Olá Paulo,

    Obrigado pelo seu comentário e elogios.

    Concordo em parte com seu ponto de vista, visto que não creio que simplesmente alterando a estrutura jurídica de um clube, tudo se resolverá.

    O Vitória e o Bahia são S.A. e estão entre os clubes que comprovam que não adianta acreditar que somente se tornando empresas as coisas vão mudar.

    O que falta é uma radical mudança de mentalidade, de uma gestão clubística para uma gestão corporativa, mesmo mantendo a estrutura juríca de entidades desportivas sem fins lucrativos.

    Um abraço.

    Amir

  10. PROJETO GOL DE PLACA.

    CNPJ;10.251.463-0001/80.
    ENDEREÇO;AVENIDA HUGO MAIA, N 347, CASA 1.
    BAIRRO RADIO CLUBE.
    CIDADE; SANTOS.
    TEL;(13)32994914/(13)91671238.

    NOSSO PROJETO.
    O PROJETO GOL DE PLACA, FUNDADO EM 05/03/05, ATUA NA ÁREA ESPORTIVA, OFERECENDO A OPORTUNIDADE DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL, SOCIAL, E PROFICIONAL AOS SEUS ATENDIDOS. ATUALAMENTE, O PROJETO ASSISTE A 343 CRIANÇAS CARENTES QUE PRATICAM VÁRIAS MODALIDADES ESPORTIVAS ,COMO FUTSAL, FUTEBOL DE CAMPO, TENIS DE MESA,BASQUETE, FUTEBOL FEMININO E PARTICIPAM DAS AULAS DE PEDAGOJIA INFANTIL.
    O MAIOR ORGULHO DO NOSSO PROJETO É A CATEGORIA DE FUTEBOL FEMININO, QUE CONTÉM 43 MENINAS QUE VÊEM CONQUISTANDO VARIOS TITULOS, ENTRE ELES 13 COMO CAMPEÃS E 2 COMO VICE- CAMPEÃS,CONQUISTANDO AINDA O TERCEIRO LUGAR NOS JOGOS REGIONAIS DE 2008, UM FATO INEDITO PARA CIDADE QUE EM 52 EDIÇÕES DOS JOGOS NUNCA AVIA TRASIDOUMA MEDALHA.

    QUEREMOS QUE NOSSOS SONHOS CONTINUEM SE TORNADO REALIDADE, E TEMOS A GRANDE SATISFAÇÃO, DE COMPARTILHAR QUE O PROJETO GOL DE PLACA, FINALMENTE CONSEGUIU SER REGULARIZADO, AGORA POSSUI UM CONTRATO SOCIAL E CNPJ;10.251.463-0001/80.ABRINDO ASSIM, POR MEIO DA LEI DE ENCENTIVO AO ESPORTE(LEI 6180/200REGULAMENTADAEM LEI 110438/2006), A OPORTRUNIDADE DE VOCÊ OU SUA EMPRESA CONTRIBUIR PARA NOSSO PROJETO E TER OS VALORES DOADOS ABATIDOS DO IMPOSTO DE RENDA.
    AJUDE-NOS A CONTINUAR OFERECENDO UMA NOVA EXPECTATIVA DE CRECIMENTO PARA ESSAS CRIANÇAS.
    AGUARDAMOS SEU CONTATO PARA UMA CONVERSA E MELHOR EXPOSIÇÃO DE NOSSO PROJETO GOL DE PLACA.

    ANDERSON SENA DA SILVA.
    PRESIDENTE.


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