Publicado por: Robert Alvarez Fernández | 22/junho/2010

Copa 2014 em São Paulo – O que eu penso

Este texto reflete única e exclusivamente o pensamento deste autor, como é a tônica deste BLOG, que muitos leitores consultam como fonte de opinião isenta e sem “clubismos”.

Há uma semana a nótícia de que o Morumbi, estádio do São Paulo FC, estaria fora da Copa de 2014 causou reações das mais diversas, além de sonora preocupação em quem resolveu levar a coisa a sério. Mesmo com todo jogo de cena de todas as partes envolvidas, não me surpreende o desfecho. Amigos da imprensa relataram indisfarçável alegria de pessoas ligadas à CBF quando dada a notícia, como administrador, não vejo por quê.

Desde que a cidade de São Paulo foi anunciada como uma das sedes, tanto a Prefeitura como o Governo do Estado e, mais tarde, o Governo Federal, fecharam questão com o Morumbi; a decisão parecia óbvia, um estádio que já existe, mesmo que antigo, como Maracanã, Mineirão,etc.

A antiguidade do estádio trazia desafios, sabidos e esperados. A idéia de arquitetura vigente à época de sua construção certamente não é compatível com as demandas atuais da FIFA, nem era para ser compatível, seria o mais perfeito exercício de futurologia se o fosse. A necessidade de receber público de sessenta mil pessoas somado aos camarotes corporativos e oficiais torna qualquer adequação uma tarefa de engenharia e arquitetura bastante desafiadora, isso para a abertura, que ainda tem demandas adicionais como grande área externa para espaços destinados
aos patrocinadores, sem contar com os problemas de visibilidade já sinalizados pelo SINAENCO há alguns anos e não somente no Morumbi.

Orçamentos diferentes a cada projeto e constantes desmentidos dos valores por parte de todos. Da inconsistência da informação e falta de unicidade de discurso dos diversos stakeholders nasceu um ambiente de negócios pouco convidativo à iniciativa privada, some-se a isso tudo o rigor do BNDES, o projeto sofreu mais um baque.

Desafios à parte, os defensores do Morumbi, fizeram duas apostas erradas, uma seria a flexibilização das demandas da FIFA, o que não ocorreu; o resultado disso foi uma série de adendos e correções ao projeto original, até que a paciência da FIFA se esgotou (será?); a outra aposta foi a de que o Poder Público socorreria a candidatura quando essa começasse a verter água, também não ocorreu e, segundo notas tanto da prefeitura como do estado, nem vai.

Se diz que o Morumbi ainda tem chances, reforma menor, para abrigar jogos de grupo e oitavas, pode ser, mas a questão sobre de onde vem os recursos para a reforma, ainda necessária, permanece não respondida conclusivamente.

Muitos, movidos por inúteis paixões clubísticas, começaram a fomentar a idéia de uma nova arena. Os mais exaltados já associavam ao Corinthians essa iniciativa, tudo bem que é um grande clube âncora, mas não parece ser o caso, por mais conspirações que se possa fazer em relação ao presidente do clube ser chefe da delegação brasileira na África do Sul, dentre outras, não vejo relação alguma.

Há duas saídas, ou três contando ainda o Morumbi. Uma delas é contar com a Arena Palestra Itália, da Sociedade Esportiva Palmeiras, que está em vias de ser reformada; projeto bem interessante em conjunto com a WTorre; tal arena terá capacidade de quarenta e cinco, ou seis, mil lugares; serve para jogos de grupo e oitavas, até quartas, creio. A outra opção é a mais preocupante, a construção de uma nova arena em um terreno na região de Pirituba, região noroeste da capital. A região é servida por uma estação da CPTM apenas; lá será, segundo coisas que li, um pavilhão de exposições para a EXPO 2020, a ser realizada em São Paulo. Quem defende essa idéia diz que o fato de uma rodovia passar perto ajuda, tudo bem, até ajuda, mas alguém já previu o custo das alças de acesso, viadutos, túneis para ligar essa localidade à rodovia? E se a rodovia comporta eventual tráfego concentrado em dois horários para tal? O acesso pode ser fácil para quem vem da região norte da cidade, ou da oeste, mas para o resto da cidade é tão longe e complicado quanto o Morumbi.

Para essa obra já se fala em montante de hum bilhão de reais, a conversa de que a iniciativa privada construiria a arena começa de novo; fala-se em um pool de contruturas, TRAFFIC, etc….conta rápida: para remunerar esse investimento em vinte anos, é necessário tirar cinquenta milhões de receita líquida por ano, tem clubes que não faturam isso. Claro que muitos querem dinheiro público, com amplo espaço para manobras e vícios habituais. Como sair dessa?

A terceira opção é o Morumbi, com reforma menor como dito acima.

O que se viu até agora foi um imenso jogo pras torcidas, uma fogueira de vaidades e interesses que não se traduziu em nenhum sentido prático; de prático apenas é que a cidade de São Paulo está sem estádio para 2014 e agora, até gente que detesta a cidade defende que a cidade “merece” abrigar a abertura da Copa, leia-se CBF e Governo Federal…estranho, não merecia antes?

Concluindo, quem queria a derrama de dinheiro para uma nova arena, ou fazer birra com o São Paulo FC, conseguiu ganhar esse round, só falta conseguir que essa derrama se dê a partir do erário, meu palpite: sai do erário, via Governo Federal e isso é péssimo, teremos em São Paulo mais um estádio abandonado como o Pacaembú, que tem goteiras nas cabines de imprensa e me chateia saber que um cidadão brasileiro do Amapá pague essa conta.

Outra ‘”vítima” da tara de alguns por novas arenas é o Atlético-PR; clube de administração bem centrada, aliás. Condenaram o projeto e até o próprio clube, afogado em exigências FIFA, está por desistir do projeto destinando os recursos para outras atividades. Bom pro Atlético.

Nas demais sedes, onde vai haver construção com dinheiro público, não se discute a viabilidade, exceção conhecida feita à Minas Gerais. O que parece é que apenas se construirão estádios como monumentos aos reinados dos políticos locais, coisa que também pode acontecer por aqui, quem pague a conta que reclame.

É isso que vejo nesse movimento todo, o país caiu na armadilha de se comprometer com a comunidade internacional e de não ter iniciativa privada alguma para bancar a festa, coisa que prevíamos faz tempo, inclusive em outros textos neste espaço.

Esperemos que o bom senso prevaleça e que haja forte fiscalização, minha sugestão, auditoria externa e internacional. A Copa 2014 caminha para ser outro PAN, que ainda não acabou nos campos dos Tribunais de Contas.

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Responses

  1. Excelente diagnóstico, professor. Lamentei o corte do Morumbi por causa das notórias questões políticas e da continuidade do método do Capo de fazer o futebol brasileiro.

    Temo pelo meu Clube, o Internacional. Envolvido nisso.

    Abraço,

    Guilherme Mallet
    beirario2014.blogspot.com

    Guilherme, grato pelo comentário e participação. Realmente parece que o “politburo” aponta seus canhões para investimentos privados fora dele, nisso o Internacional corre algum risco, embora eu veja Porto Alegre mais longe dessas pressões já que tem dois bons projetos, um como contingência do outro.

    Abraços,

    Robert

  2. 1 – É impressão minha ou o Morumbi ocupa muito espaço comparado aos estádios europeus para um estádio de capacidade para 60.000 pessoas ?

    2- O BNDES endureceu com os clubes por causa das frageis garantias ou por que os clubes não são empresas ?

    Concordo com o que escreveu no post e vou além dizendo que os torcedores corinthianos não vão trocar a mistica do Pacaembu por um estádio relativamente distante e poderá acontecer a mesma coisa que o Botafogo que tem estádio mas não é a sua casa.

    Marcell, obrigado pelo comentário e participação. Respondendo:

    1. Sim, e isso não precisa ser encarado como um problema, pela concepção arquitetônica da época, a construção era menos vertical e isso ocupa mais espaço horizontal, por consequência.

    2. O BNDES sempre exige um plano de negócios que mostre a viabilidade do negócio e analisa os parâmetros financeiros antes de emprestar recursos, isso vale para qualquer negócio. O futebol tem características especiais, como poucos ativos, para gerar business cases sólidos; esta é a dificuldade maior, escrevi sobre isso aqui no BLOG como você pode ver por este link :

    3. Quanto à questão Pacaembú e Corinthians, não sei o que pensar, prefiro ficar na minha ainda pois não vejo vínculo explícito entre a nova arena e estes dois atores, no entanto, não vejo caso financeiro de uma nova arena em SP sem um grande clube âncora.

    Abraços,

    Robert

  3. Plano B na Vila Leopoldina

    Com a exclusão do Morumbi como local para a abertura da Copa 2014 foi vinculado o Plano B de construir um grande complexo em Pirituba, com uma Arena Multiuso, adaptada para eventos esportivos e shows de grande porte, além de um hotel e de um pavilhão de eventos quatro vezes maior que o do Anhembi. A idéia é ótima, porém o local mais apropriado para a construção desse novo complexo não seria em Pirituba , mas na Vila Leopoldina, num terreno na Marginal Pinheiros onde hoje fica a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) por vários motivos:

    1) Um grande terreno público pertencente ao governo federal.
    A Ceagesp, a Companhia dos Armazéns Gerais do Estado de São Paulo, que tem centros de distribuição em todo o Estado, foi dada ao governo Federal pelo governador Covas como parte do acerto da imensa dívida de São Paulo. O terreno tem uma área de 750 mil m² , correspondendo cerca de 5 vezes a área do Estádio do Morumbi.

    2) Uma boa localização e cercada de excelente infraestrutura, convivendo com um espaço da CEAGESP saturado
    No local existe uma estação ferroviária, com interligação com a linha 4 do metrô e também está prevista até 2014 a passagem da linha laranja do Metrô. Além disso, fica próximo às rodovias Anhanguera- Bandeirantes, que dão acesso ao aeroporto de Viracopos, no qual de acordo com o planejamento da Infraero, deverá ser o principal aeroporto da Copa 2014.
    Localizado ao lado do Parque Villa Lobos e de bairros de classe média alta com diversos condomínios residenciais de alto padrão, a região é excelente para realização de shows, com muitos shoppings de alto padrão e uma excelente rede hoteleira.
    Esta excelente localização contrasta com as cercanias do Ceasa, onde os moradores têm que conviver com o barulho dos caminhões e a sujeira de caixas de madeiras que ficam espalhadas pelas ruas próximas ao Entreposto. São mais de 18 mil caminhões que carregam e descarregam mercadorias todos os dias, onde passam mercadorias que abastecem 64% do Estado e do país.
    A Ceagesp — que completou 41 anos é a maior central de abastecimento da América Latina. Entretanto, a Companhia corre risco de não ter condições de abastecer a região em até dez anos por ter uma estrutura comprometida pela falta de investimentos. Os motivos são a falta de espaço físico para a crescente demanda do comércio e estrutura antiga, por falta de reformas. Já existe um projeto para mudar o Ceagesp da Vila Leopoldina, assim como a zona cerealista do centro de São Paulo, para uma área no Rodoanel visando retirar milhares de caminhões que circulam pelas duas regiões
    Pensem que fantástico do ponto de vista de legado para a cidade de São Paulo, se mudassem o Ceagesp, que ocupa uma área de 760 mil metros quadrados, para uma área às margens do Rodoanel, tirando grande parte destes caminhões da cidade, valorizando o entorno e construindo um Estádio Olímpico e um Centro de Convenções no local. Imagine o quanto esta área poderia ser valorizada. Somente com a valorização do terreno o investimento já se pagaria

    3) Uma região já consolidada como o maior pólo de negócios da América Latina

    A região abriga a sede de grandes empresas e facilitaria a consolidação da construção de um novo Centro de Convenções, maior que o Anhembi.

    4) Uma região que tem tudo para se consolidar como o novo pólo de eventos esportivos e culturais da cidade

    São Paulo vem abrigando muitos eventos esportivos de âmbito nacional e internacional e não existe um local moderno para comportar tais eventos. A prefeitura tem como meta fazer da cidade a Capital Brasileira do Esporte. Assim, a região do Parque Villa Lobos tem tudo para se consolidar como o novo pólo de negócios e eventos da cidade. Um exemplo é o fato da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) já estar negociando com a Secretaria do Meio Ambiente a cessão de um terreno na imediações para construção de um centro de treinamento para o tênis nacional com dez quadras de saibro e também um espaço para abrigar a sede da CBT.
    Com relação aos investimentos, recentemente o governador do Estado apresentou a idéia da construção de um centro olímpico na Capital. “Na verdade, estamos trabalhando em um projeto para criar um centro olímpico. É melhor gastar em um centro olímpico, que é uma unidade permanente na formação de jovens.” A região do Parque Villa Lobos seria a mais apropriado para este projeto.
    .

    Carlos, obrigado pelo comentário e participação. Realmente é uma outra visão, alternativa. Vamos aguardar com calma qual será a opção. Ressalto minha visão de que qualquer investimento em arenas deva ser feita pela iniciativa privada com suporte de um sólido plano de negócios ao passo que ao poder público caibam os investimentos em infra-estrutura que tragam benefícios à cidade e sua população, como é o caso da idéia que você apresenta.

    Abraços,

    Robert

  4. Robert, parabéns pelo texto, sempre muito pertinente e com certeza reflete o que muitos pensam a respeito dessa questão do estádio (muitos = aqueles que conseguem deixar as paixoes de lado e pensar racionamente).

    1- Concordo plenamente que parece ser um grande jogo de cena, e batalhas politicas travadas nos bastidores e que so prejudicam o planejamento para a Copa como um todo

    2- Para mim, a criacao de um estadio em Pirituba nao deveria ser nem levantada (a nao ser por assessorias de imprensa que tendem a inflamar a sua torcida). Se o acesso para o Morumbi (assim como todos os grandes estadios) é complicado, mesmo estando em uma zona central, o que dizer para Pirituba??

    3- CASO o MOrumbi seja realmente descartado, acredito que a opcao da Arena Palestra a mais viavel, por ser um estadio novo, modernizado e que atenda boa parte dos requisitos da FIFA

    4- Por outro lado, no que tange o payback do investimento, acredito que o Morumbi ainda seja a opcao mais rentavel. Nao apenas relacionado ao publico nos jogos do SPFC, mas tbm porque o clube ja dispoe de diversos “fornecedores” para shows e outros eventos, que poderia acelerar essa retomada do fluxo de caixa (e nao deixar que ele se estenda por 150 anos, caso do Engenhao descrito aqui no blog anteriormente).

    Aproveitando, gostaria de utilizar o espaço para divulgar meu blog. Já tive um texto publicado aqui no Futebol & Negócio e acabei criando um próprio. O site é: http://futebolemkt.wordpress.com

    Felipe, obrigado pela participação e comentário.

    Infelizmente parace que o jogo de cena e discursos desencontrados permanece. Eu penso que nada está claro ainda.

    Creio que a opção Palestra é boa, mas não serve para a abertura por sua capacidade, mesmo sendo um bom projeto.

    Sua preocupação com o retorno do investimento é a minha, e ressalto que para tal é preciso transformar o futebol como um todo.

    Espaço divulgado, abraços, visitarei em tempo.

    Robert

  5. Vamos fazer uma corrente pra frente Brasil.
    desde já usar o verde e o amarelo, em todos eventos que tiver aqui, levar em frente a ideia
    de transformar a região da cracolandia em uma arena de alto vulto mundial, onde podemos ter alem da arena shoping, hoteis, pois bem proximo dali sera a estação do trem bala, onde passa o metro, linha de onimbus de toda região sera muito facil chegar ate ali de quem vem do interior e mesmo os paulistano, e com isto vamos acabar com aquela região frequentada por traficande e prostitutas.
    Fazer uma arena para 2014 ali seria o maximo, espero que esta ideia avança e que apareça alguem com poder de fazer esta transformação naquela região, vamos lá pessoal vamos fazer manifestação virtual.

    Eduardo, a idéia é boa, mas o terreno é caro demais para uma simples arena esportiva. Há um projeto da Cidade de São Paulo para transformar esse região em um boulevard e prédios de escritórios onde os pavimentos térreos dos prédios precisam ser de acesso público e que terão seus espaços locados para lojas, restaurantes, etc. Há diversas empresas interessadas em instalar suas operações, ou parte, por lá pois haverá incentivos fiscais e por conta do fácil acesso.

    Abraços,

    Robert

  6. só sei que o estádio do corinthians vai ser construido em guarulhos,bradesco,banif e uma construtora alemã vão bancar á obra,56.000 pessoas,perto do aeroporto internacional,rodovia dutra que é saída para o rio de janeiro,próximo ao clube,e sem ifluência da prefeitura XXXXX de são paulo,se quiserem emprestaremos para á copa!

    André, neste blog não permitimos manifestações clubísticas seja de apoio ou de ofensa a rivais, por isso parte do comentário foi alterado. Sabe-se que há especulações neste sentido, mas nada de concreto, sei que o espaço é público, mas não dá pra dizer “eu sei”, “vai ser”…até porque, na prática, ninguém sabe o desfecho desta confusão na qual a cidade, e o país, se meteram.

    Abraços,

    Robert

  7. EU ACHEI QUE A COPA SERVIRIA PARA QUE OS 4 GRANDES CLUBES DE SÃO PAULO PUDESSEM FAZER SUAS ARENAS ( MODERNAS ) MAS PELO VISTO OS CARAS QUEREM É FAZER PUXADINHO E CHAMAR DE ‘ ARENA ‘, O MORUMBI É UM LIXO, OS CARAS QUEREM COBRIR COM LONA COLOCAR A FAIXADA DE NEON E CHAMAR DE NOVO ESTADIO. PODE PARAR OU MODERNIZA TUDO NO PAIS EM RELAÇÃO AO FUTEBOL OU ENTÃO CONTINUA FAZENDO JOGOS NESTAS PORCARIAS QUE NÓS TEMOS AQUI, AI DEPOIS RECLAMAM QUE O TORCEDOR NAO VAI, MAS QUEM VAI PAGAR 40 CONTO PRA SENTAR NO CIMENTO E VER O CAMPO A 1KM DE DISTANCIA ??

    Bourne, obrigado pelo comentário. Sua frustração, talvez expressas de maneira muito forte, é a nossa aqui do blog também. A Copa 2014 seria uma grande oportunidade para não só reformular as arenas mas também de melhorar os serviços prestados ao torcedor; não vemos essa intenção e essa percepção por parte de quem administra o futebol; pois é, serviços ruins, torcedor não vai, como em um bar/restaurante ruins, hotel ruim e assim por diante. Falta o futebol aprender isso.

    Abraços,

    Robert

  8. eu acho que o brasil gasta munto dinheiro com o futebol quantas pessoas desabrigada pessoas passando fome!!! e o brasil so sabe gastar dinheiro com o futebol eu acho que um fogador deve ganhar apenas $:20mil por mes sou brasileiro mais nao gosto do brasil por nao uzar o dinheiro de nossos inposto serto icho que eu acho……

  9. Tenho receio sobre este assunto, não me cheira bem. O estádio é para o Corinthians ou para a Copa? Engenharia financeira? Sem dinheiro público? O responsável pela Copa do Mundo é a Fifa. As decisões são tomadas por ela. Entretanto, até agora não consegui encontrar nenhum relato de algum membro da FIFA sobre este assunto.
    Espero que entendam meu ponto de indagação. Se há críticos, também há defensores do projeto. O mérito dos torcedores do Timão para a conquista deste presente é indiscutível. O modo como estes assuntos é tratado pela política que me entristece.
    De certeza eu tenho uma: Esse estádio ainda vai dá muita manchete!


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