Publicado por: Marcos Silveira | 5/novembro/2008

De quem é a responsabilidade?

Infelizmente fiquei afastado do blog nos últimos tempos por motivos pessoais e profissionais, mas o que aconteceu no Morumbi no último domingo (02/11), no jogo entre São Paulo e Internacional, não poderia ficar sem um registro aqui.

filas para comprar ingresso são rotina para o torcedor

Martírio: filas para comprar ingresso são rotina para o torcedor

Aproveito comentário do leitor Rodrigo Constantino no último post do Amir (Motivação do Torcedor) para colocar em debate o injustificável desrespeito ao torcedor que resolve acompanhar o seu time no estádio e que talvez explique médias de público tão baixas para um país tão apaixonado por futebol.

Vale a pena ler:

Amir, não sei se você soube do calvário que foi comprar o ingresso e assisit ao jogo do SPFC contrao Inter.

Primeiro que a tecnologia utilizada para vender os ingressos é triste. Computadores obsoletos e um sistema que cai a toda a hora, fazendo com que as filas aumentem e o tempo perdido seja enorme. Ou seja que trabalha tem uma grande dificuldade comprar os ingressos.

Mas isso tudo é normal.

O que eu estou abismado é como o torcedor do SP foi tratado na entrada das cadeiras vermelhas.

Quem chegou com 30 a 40 minutos de antecedencia (que todos deveriam fazer) não conseguiu entrar porque o portão estava fechado, parece inacraditável, mas é verdade.

As pessoas foram chegando e o tumulto foi se armando, imagine 5000 pessoas esperando pra entrar no estádio a 20 minutos de começar a partida, e ainda seriam revistados pela polícia.

Mas nao acaba ai.

O detalhe é que, vederam mais ingressos que a capacidade real do setor. Parece mentira, mas aconteceu isso no estádio que quer abrir a Copa do Mundo, estádio do clube que se auto intitula diferente.

Devido a super lotaçao, os torcedores fora “encaminhados” aos setor amarelo. Quem tentou reinvindicar seus direitos, foi maltratao e agredido pela PM.

Como exigir que a torcida frequente um estádio com acesso precário, dificuldades de comprar ingressos, comida cara e dificuldades de entrar no setor escolhido.

Lamentável, o que parece é que o SPFC não está nem ai para a torcida, que estão satisfeitos com os camarotes, camarotes esses que o cliente pode nao utilizar de uma hora para outra, mas o torcedor é fiel e estará la para sempre.

Obrigado.

Será que a diretoria do São Paulo, apontada como exemplo de gestão e organização no futebol brasileiro, não se sente envergonhada com o relato acima?

O blog do Calçade (que está entre os indicados aqui do lado) também trata do assunto com testemunhos igualmente chocantes.

É inegável que a BWA, empresa responsável pela venda de ingressos no Morumbi (e em muitos outros estádios brasileiros), tem uma grande parcela de culpa dessa lamentável situação.

Não é de hoje que a empresa vem recebendo muitas críticas. O publicitário Daniel Perrone, que assina o Blog do Torcedor do São Paulo no Globoesporte.com, escreveu sobre isso nesta quarta-feira, reforçando o descontentamento com os serviços prestados pela BWA.

O que mais me espanta nessa história toda, no entanto, é a inércia do SPFC em relação a um problema que ocorre há tanto tempo.

Desde que nasceu este blog defende o conceito de transformar um jogo de futebol numa experiência inesquecível para o torcedor.

E a partida do último domingo dificilmente será esquecida. Mas certamente a lembrança de quem enfrentou dificuldades para entrar no Morumbi não será das melhores.

Culpar a BWA, a Polícia Militar ou seja lá quem for é muito cômodo, mas levando em conta que os próprios clubes são os principais prejudicados com o cenário vigente de venda de ingressos, eu pergunto: de quem é a responsabilidade?

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Responses

  1. Campanha “Público Zero” por 3 rodadas e vejamos se isso não muda.

    Afinal, já existem lei(Estatuto do Torcedor) e Ministério Público. E nada disso funciona.

  2. Olá Marcos,

    acompanho sempre que posso o blog e gostaria primeiramente de parabenizar a iniciativa de tratar de um tema tão maltratado pelos dirigentes esportivos: o lado empresarial dos clubes. É impressinante o absurdo que o exemplo desse post relata. Fico imaginando o motivo pelo qual não são instauradas soluções simples para melhorar a qualidade do espetáculo e o acesso a ele. Qual a dificuldade em vender ingressos pela internet, onde o torcedor imprimiria um código de barras e passaria este código em um leitor instalado nas catracas? Não tenho dúvidas que essa comodidade para o torcedor alavancaria bastante a venda de ingressos para todos os clubes. Também acho que esse tipo de venda atrairia um público com maior poder aquisitivo e mais propenso a consumir produtos nos estádios.
    Penso diversas outras coisas, passarei a enviar mais comentários para podermos trocar mais idéias.

    Um forte abraço!

  3. A responsabilidade é de todos: clube que é conivente e contrata a BWA, a BWA pelo serviço prestado, da polícia por tratar torcedor como se fosse bandido, do poder público que fecha os olhos para esse tipo de coisa e, por fim, do torcedor que aceita a situação.

    Está acontecendo um abaixo-assinado para que o SPFC não renove o contrato com a BWA. É bem cômodo só culpar a empresa, mas pelo menos é um começo para quebrar esta situação “podre”. Quem quiser saber mais ou assinar: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/2378

  4. -estatuto do torcedor:
    Art. 19. As entidades responsáveis pela organização da competição, bem como seus dirigentes respondem solidariamente com as entidades de que trata o art. 15 e seus dirigentes, independentemente da existência de culpa, pelos prejuízos causados a torcedor que decorram de falhas de segurança nos estádios ou da inobservância do disposto neste capítulo.

    -Código de defesa do consumidor:
    SEÇÃO II
    Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço
    Art. 12. O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.

    Traduzindo: quanto a pergunta tanto o SPFC(e seus dirigentes) ,a CBF e a BWA respondem pelo dano.

  5. GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO IRÁ CONSTRUIR UM NOVO TEATRO.

    O PROJETO É DOS AUTORES DO ESTÁDIO OLÍMPICO CHINÊS (“NINHO DO PÁSSARO”).

    CUSTO : 300 MILHÕES.

    PERGUNTA :

    POR QUE NÃO CONSTRUIR UM NOVO ESTÁDIO DE FUTEBOL, QUE PERMITA SEDIAR COM DIGNIDADE A COPA DE 2014 ?

    …………………………………………………………………….

    04/11/2008 – 08h47

    Arquitetos do Ninho do Pássaro projetam teatro de dança em SP

    ADRIANA PAVLOVA
    colaboração para a Folha de S.Paulo

    Os suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, uma das duplas mais requisitadas no cenário mundial da arquitetura, vão assinar o projeto do futuro teatro de dança e de ópera, que servirá de sede para a São Paulo Companhia de Dança. O novo espaço ocupará o terreno da antiga rodoviária da cidade, em frente à Sala São Paulo, na Luz.

    A dupla, autora do Estádio Olímpico de Pequim (mais conhecido como Ninho do Pássaro) e da Tate Modern, em Londres, desbancou outros três escritórios internacionais de arquitetura, numa concorrência informal que contou com o aval do governador José Serra e do secretário estadual de Cultura, João Sayad.

    De acordo com a secretaria, o o processo foi amparado em uma lei federal –a 8.666/93–, que diz ser “inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição para a contratação de serviços técnicos [...] de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização”.

    (…)

    O futuro complexo cultural paulistano ocupará um terreno com cerca de 19 mil m2. No total, serão três teatros. O palco principal terá capacidade para receber 1.750 espectadores. Um segundo, para recital e drama, terá 600 lugares. Por fim, haverá uma sala com palco reversível, para 450 pessoas.

    Ali também funcionará a nova sede do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim. O projeto prevê salas de ensaios para companhias, uma biblioteca, estacionamento e uma futura escola de dança.
    R$ 300 milhões

    O custo total, segundo Sayad, é de R$ 300 milhões, que virão do Tesouro do Estado. Os arquitetos escolhidos ganharão entre 6,5% e 8,5% do valor total da obra, algo entre R$ 19,5 milhões e R$ 25,5 milhões.

    (…)

    Final de 2010

    Herzog e De Meuron têm até março para finalizar o projeto. Enquanto isso, o processo de desapropriação da antiga rodoviária, que hoje abriga um shopping, está previsto para terminar em janeiro.

    “O conceito urbanístico é a base da arquitetura. É sempre importante ter programas culturais para desenvolver cidades”, disse De Meuron em relação à região escolhida, ainda em fase de revitalização. Para a desapropriação do local, já foram gastos R$ 34 milhões. A obra deve começar no segundo semestre de 2009, com conclusão prevista para final de 2010.
    ………………………………………………………..

    DE NOVO A PERGUNTA :

    POR QUE NÃO CONSTRUIR UM NOVO ESTÁDIO DE FUTEBOL, QUE PERMITA SEDIAR COM DIGNIDADE A COPA DE 2014 ?

    E MAIS:

    É MAIS URGENTE A CONSTRUÇÃO DE UM NOVO ESTÁDIO OU DE UM NOVO TEATRO NA CIDADE DE SÃO PAULO?

    É MAIS DEMOCRÁTICO CONSTRUIR UM TEATRO PARA 1.750 PESSOAS OU UM ESTÁDIO PARA 80.000 OU 100.000 PESSOAS?

    QUAL DAS DUAS OBRAS DIFUNDIRIA MAIS A CIDADE E O ESTADO DE SÃO PAULO NO MUNDO?

    O QUE PENSA O POVO PAULISTA SOBRE ISSO?

  6. Trata-se de uma aberração o tratamento dado aos torcedores no Brasil.
    Leis de extrema proteção ao torcedor que pouca eficácia tem infelizmente digo por causa dos torcedores e do estado.

  7. O problema não é do estádio, como um dos comentários faz-se crer, e sim do serviço prestado.

    Não espere que o SPFC rompa o contrato com a BWA, pois isso provavelmente envolve cifras que os diretores tricolores não estarão dispostos a arcar com a multa rescisória.

    Outro comentário foi idealista no nível dos que declaram que são as arquibancadas que “sustentam” o clube, e que a torcida do SPFC é “fiel”.

    A revolta é justa e a pergunta é pertinente, mas continuo sem saber que tipo de medidas poderiam ser tomadas para evitar este tipo de incidente.

    Essa história de rodada com público zero não cola, até porque, ao que me parece, o problema reside nas arquibancadas e não em todos os setores do Morumbi e, fora o Morumbi, não acredito que em todos os demais estádios que abrigam jogos do Brasileirão tenhamos o mesmo tipo de problema.

    Melhor do que apenas expor o problema seria informar quais seriam as melhores práticas a serem tomadas.

  8. Wagner,

    discordo de alguns pontos do seu comentário: ninguém espera que o clube quebre o contato com a BWA, e sim não o renove (o seu término é em dezembro).

    Também discordo do tom “conformista” dele, como se nada fosse funcionar. Acredito que ao expor o problema e fazê-lo ganhar destaque, chega-se mais perto do ponto em que a direção do SPFC tenha que assumir o problema e tomar alguma atitude em relação a ele.

  9. Marcos, seja bem vindo de volta…heheheh

    Realmente, lamentável.

    Entrei em diversos sites de clubes europeus (Eintracht Frankfut, Man. United*, Liverpool*, Sporting Portugal, Porto FC e Benfica). E TODOS vendiam os ingressos por conta própria tanto online, por fax ou por reservas. Já nos italianos achei vendas terceirizadas pelo site listicket.it.

    A pergunta que me faço: não dá para os clubes brasileiros venderem por conta própria seus ingressos? E mesmo que vendessem, não há como ter uma espécie de vigilância sob as empresas terceirizadas para monitorar a eficiência do serviço prestado?

    Não consigo admitir essa falta de respeito que nós torcedores passamos. Tecnologia não falta.

    Com relação a esses deploráveis fatos, identificamos vários problemas. Os clubes não têm um pingo de vergonha na cara para vender seus ingressos por si mesmos e dar um upgrade nas vendas! E pra se isentarem da culpa, as jogam nas BWAs da vida. Ao invés de monitorá-las para exigir um bom serviço.
    Até quando essa palhaçada irá pairar?

    O que mais me admira é que temos que ter um grande evento para podermos enfim revolucionar o sistema de vendas (se é que vai melhorar depois da Copa).

    *Quando sobra, pois, esses clubes têm muitos compradores de Season Tickets. Tal tipo de venda 90% inexplorado no país.

    Abraços

  10. Andre Vz

    Problemas com vendas de ingressos temos antes de “terceirizar” o sistema.

    Posso estar enganado, mas a BWA é proprietária (ou é a mesma empresa) da Ticketmaster, e ao que me parece, consegue atender bem eventos como shows com venda antecipada de ingressos e administração de bilheterias.

    Não vejo na empresa o problema, mas evidentemente existem gargalos que devem ser atacados: baixo número de atendentes, possibilidade de compra antecipada via internet, diminiur e coibir métodos de fraudar o processo de venda dos ingressos, reduzir o grau de envolvimento dos cambistas no negócio, etc.

    Culturalmente, ainda não vemos entre os torcedores paulistanos, o interesse em comprar os tais Season Tickets. Além disso, a TV “empurra” os jogos para horários muitas vezes incômodos, provocando redução de público.

    Mas são medidas que devem ser tomadas pelos clubes (como o SPFC) e aí concordo com sua opinião.

    Só que esta semana não consegui acompanhar nenhuma declaração de nenhum dirigente do SPFC ou da BWA fazendo esclarecimentos sobre o ocorrido. Isso sim teria sido mais produtivo para fomentar mudanças no sistema.

    E isso deveria ser responsabilidade da imprensa esportiva.

  11. É um problema complexo cuja culpa é compartilhada.

    Só acredito numa solução se houver uma comoção geral. Uma comoção que obrigue o clube a assumir uma posição de liderança nas mudanças, a empresa a não fugir da responsabilidade que lhe cabe, a imprensa a vigiar a situação continuamente E os torcedores a não aceitar tal situação, caso ela se repita.

    A dificuldade é gerar essa comoção, e neste ponto a imprensa é OMISSA, em parte porque o público prefere saber se o Adriano foi pra balada ou não ao invés de se informar sobre as condições dadas ao torcedor.

    A não renovação de contrato com a BWA provavelmente não seria o estopim dessa comoção, mas não custa tentar. Além do que, já é “alguma coisa”

  12. Bom, o que todos nós já percebemos é que as coisas podem ser mudadas para melhor. E a culpa de que continuem na mesma é dos próprios clubes e não da torcida que vai ao estádio. Aqueles caras da diretoria só reclama que os torcedores não comparecem, não amam sus clubes, mas eles falam isso pois eles ganham o ingresso, e vão em tribuna e talz. Se eles cmprassem como o povo eles já teria mudado este esquema. Mas como eles não sofrem nós sofremos.

  13. eu ainda acredito que 80% dos ingressos deveriam ser vendidos em forma de abono e os outros 20% para quem não têm o abono. Isso garantiria dinheiro nos clubes e torcedores na arquibancada.

    Ahh… deixa eu contar. Ano passado eu fui ao jogo do Atlético de Madrid x Villarreal. Comprei o meu ingresso por um total de 27 euros, comprei por internet e depois imprimi meu ingesso no banco filiado ao Atlético de Madrid. Resumo, foi facilissimo comprar e ir ao jogo. Pena que o metrô não está na porta do estádio. Tive que caminhar um pouco, mas isso é de boa. É que o Bernabeu tem uma boca e metro bem na frente e é bem mais facil chegar. Para entrar no estádio procurei a porta que devria e já era. O jogo foi muito bom. Villarreal 4 x 3 Atlético de Madrid. Posso dizer que euesperava mais do estádio em infra. As cadeiras estavam sujas, sentar no chão daria na mesma e não tinha nada de entreterimento além do jogo.

  14. marcos, eu sei q meu comentário não tem nada a ver com o post mais eu descobri o blog hj. Vcs fazem auditoria nas financas dos clubes estou certo? Será q vc poderia me explicar como q, mesmo o são paulo aumentando e muito as suas receitas todo ano, o clube não tem dinheiro para contratações e ainda precisa vender jogadores para fechar o ano no azu? O q q explica essas despesas tão grandes?
    eu sei q é difícil responder todos os comentários mais essa é uma séria dúvida minha.

  15. Olá Marcos, parabéns por abordar um assunto chato, mas que retrata a triste realidade do futebol brasileiro e que tem tudo a ver com Negócios.

    Eu lamento muito que isso aconteça no Brasil inteiro, mas especialmente no SPFC.

    Fico imaginando todos os dias, como o SP lucraria se tratasse o seu torcedor com um cidadão, respeitando direitos básicos.

    Já li sobre o “matchday” aqui ou no Blog do Emerson e só lamento que no SP esse fator ainda passe despercebido.

    Só pra constar, quem tentou comprar ingressos via internet para o próximo jogo não conseguiu ou está encontrando muitas dificuldades, a Ingresso Fácil, não é nada fácil.

    A respeito do matchday, é possível auferir algum valor referente ao Morumbi? Quanto o torcedor tricolor deixa nos cofres do clube em dias de jogos?

    Obrigado e parabéns pelo Futebol & Negócio.

  16. A diretoria do São Paulo já informou que abrirá licitação para uma nova empresa gerir a venda de ingressos.

    O contrato com a BWA encerra-se no final do ano.

    É realmente inadmissível o que ocorre no atual cenário. Menos mal que a VISA/OUTPLAN administrará a venda de 20.000 lugares no estádio, a partir de 2009.

  17. Espero que o projeto Torcida Visa represente mais conforto pro torcedor, dentro e fora do estádio.
    Situação dos banheiros fora dos setores VIPs no Morumbi é lamentável.
    Por que esperar 2014 pra melhorar? Por que não tratar melhor o torcedor são-paulino que vai aos jogos do time de coração?


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